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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Com que frequência revisar as regras fiscais do GUEPARDO Tax?

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Cenário e dúvida: no grupo em que trabalho, as regras fiscais ficam anos sem revisão e depois quebram justamente quando chega a auditoria. Tenho 30 anos de fiscal e hoje estou no ECC 6.0, e e aí, o básico ainda é o que falta: não existe calendário de revisão por regra.

Com que frequência vocês revisam as regras do GUEPARDO Tax? Há um critério para decidir quais regras revisar mais vezes que outras?


Atualização:

Obrigada. Duas dúvidas, e aí, o básico: quem decide o que é alto risco, e como evitar que a revisão vire só um carimbo de que alguém abriu a tela?

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Resumindo, um calendário que cabe numa página:

  1. Base: regras de alto risco trimestrais, demais semestrais. É prática de campo e cada empresa ajusta ao seu risco.
  2. Gatilhos: mudança identificada pela área fiscal, atualização de versão, mudança de filial ou estrutura, erro recorrente.
  3. Quem decide o risco: gestor fiscal com o dono da regra, critério escrito.
  4. Prova de revisão: teste com documento real e resultado anexado. Sem anexo, não vale.

Rodízio por fechamento serve só para as regras de baixo risco. Para ligar a revisão ao calendário de atualizações, veja governança no AMS Fiscal.

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Perdão pela dúvida simples, mas discordo do rodízio para regra de alto risco: ela não pode esperar a vez. Como falei, viu, rodízio só para o baixo risco. Sobre as suas perguntas: o risco é decidido pelo gestor fiscal junto com o dono da regra, com critério escrito. E para não virar carimbo, a revisão só conta se tiver resultado anexado: documento testado, saída esperada e saída obtida. Sem anexo, a revisão não aconteceu.

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Boa tarde, colegas do fiscal. O que dá peso ao calendário é a classificação de risco. E aí, quer dizer, cada regra recebe uma nota pela combinação de impacto (valor e obrigação afetada), idade da última revisão e quantas pessoas dependem dela. Mantenha tudo numa planilha de inventário: regra, dono, última revisão, próxima revisão e evidência. Revisar significa reexecutar um teste com documento real e anexar o resultado, não só olhar a parametrização.

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Sei que deve ser básico, porém existe outra forma: em vez de calendário por regra, rodízio por fechamento. Em cada fechamento, um bloco de regras é revisado, e em meia dúzia de meses o conjunto todo passou pela revisão. Pra ser justo, pois é, o rodízio distribui o esforço e evita o mutirão de véspera de auditoria. Funciona melhor para as regras de menor risco, que não precisam de olhar mais frequente.

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Antes da pergunta, o contexto: não existe frequência única, existem gatilhos mais um calendário base. Base que costuma funcionar: regras de alto risco (as que mexem na apuração ou no arquivo) a cada trimestre, as demais a cada semestre. O prazo é complementado por gatilhos que antecipam a revisão: mudança de legislação identificada pela área fiscal, atualização de versão, mudança societária ou de filial e erro que se repete. Esses números são prática de campo, não regra do produto.

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