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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como alinhar fiscal e TI na mudança de regras do GUEPARDO Tax para a reforma sem conflito?

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Desculpem se for básico. Aqui o fiscal pede mudança urgente de regra por causa da reforma e a TI exige janela de mudança, e as duas áreas já estão em conflito. Sou controller, então sinto o impacto no fechamento quando brigam.

Bem, em todo caso, preciso de um acordo operacional claro: quem pede, quem avalia o risco, quando a mudança entra e o que acontece quando é urgente de verdade. Alguém tem um combinado simples que funcione sem virar guerra entre áreas? Estamos em RISE with SAP.


Atualização:

Obrigada, gente, ficou bem mais claro. Levo à reunião de amanhã a proposta de agenda única entre as áreas e a regra de que ninguém sobe mudança sem um fiscal responsável por conferir.

O que ainda não resolvi: se a reforma exigir entrada no meio do fechamento, quem decide, o fiscal, a TI ou o controle?

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Resumindo a conversa: o conflito entre fiscal e TI some com um combinado de cinco linhas.

  1. Calendário compartilhado: a TI propõe janelas, o fiscal bloqueia os dias de fechamento.
  2. Ordem: desenvolvimento, homologação, produção, com regressão sobre períodos fechados.
  3. Validação: nenhuma mudança sobe sem o nome do fiscal que valida.
  4. Exceção: só com motivo, plano de volta e validador do primeiro fechamento depois, aprovada pelo fiscal com ciência do controle.
  5. Conteúdo da NTG: a base que consultamos não afirma o que cada uma muda; confirme com a NTT.

O critério final é o primeiro fechamento depois da mudança. Mais sobre o tema em atualização de release do GUEPARDO Tax.

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Situação atual: respondendo à exceção. Olha, no meu dia a dia, quem aprova é quem responde pelo risco fiscal, ou seja, o fiscal com ciência do controle, e a TI executa. Regra prática: exceção só com três coisas escritas antes, motivo, plano de volta e quem valida o primeiro fechamento depois.

O conteúdo que temos em mãos não afirma o que cada NTG da reforma muda. Confirme com a NTT o conteúdo antes de pedir urgência.

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Saudações, pessoal. Olha, como bem lembrou a Larissa, o dia importa. Completo com a ordem: segundo o material que temos, desenvolvimento, homologação e produção, nessa sequência, com regressão comparando evidência de períodos fechados.

Eu acrescento um critério de entrada: nenhuma mudança sobe sem o nome do fiscal que valida. Trabalho há 18 anos com fiscal e a briga some quando o combinado diz quem valida, e não só quem executa.

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Olá, time. Então, batendo o olho, o conflito nasce de tratar atualização como assunto só da TI. Segundo o material que temos, atualização é decisão de risco e de calendário fiscal, não só de Basis, e a janela vem depois que as obrigações do mês estiverem geradas e entregues.

O acordo mais simples é um calendário compartilhado: a TI propõe janelas e o fiscal marca os dias de fechamento como bloqueio. Urgência de verdade é exceção, com o nome de quem aprova.

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Pano de fundo: discordo de dar à TI o poder de recusar a mudança só pela janela. Veja, o cuidado é outro: a mudança da reforma tem prazo externo, que o fiscal não controla. Em vez de recusar, a TI deve propor a próxima janela possível, e o fiscal decide se o risco de esperar é maior que o de entrar.

O material que temos diz que o primeiro fechamento real depois da atualização é o teste que conta. Use isso como critério para escolher o dia.

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