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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como criar um comitê fiscal com TI, contabilidade e consultoria para o GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Boa tarde, colegas do fiscal. hoje as decisões sobre mudança no GUEPARDO Tax acontecem em corredor e ninguém registra. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado: uma regra foi alterada e ninguém sabia por quê. O gestor quer um fórum formal com ata, reunindo TI, contabilidade, fiscal e consultoria. E aí, na prática: quem participa, com que pauta e o que entra na ata?


Atualização:

Obrigado a todos. Vamos começar com comitê mensal curto, fluxo por pedido para o que for simples, como a Rosana descreveu, e ata com dono e data. Vou pedir ao jurídico o período de guarda. Dúvida: a ata fica no SAP, no e-mail ou numa pasta de projeto?

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Fechando:

  1. Quem: dono do fiscal, dono da contabilidade, TI e consultoria como apoio técnico. A decisão é do dono da área no cliente.
  2. Pauta: mudança pedida, impacto, teste e decisão. O que for simples segue por fluxo de pedido.
  3. Ata: decisão, responsável, data e prova anexada, com vínculo à regra.

Sobre onde guardar a ata, o material que temos não afirma um local; combine o período e o local de guarda com o jurídico. O formato de governança contínua está em AMS Fiscal de governança.

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O teste é, viu: ler a ata de seis meses atrás e responder quem decidiu, por quê e qual prova existe. Segundo o material que temos, o dossiê de governança do cliente tem dono por regra e data, com vínculo com a regra, e o período de guarda é definido com o jurídico do cliente. Acabei de assumir a área, vindo de alimentos, e foi essa pergunta que me salvou na primeira auditoria.

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Aqui fizemos diferente: em vez de reunião recorrente, um fluxo por pedido. Cada mudança entra com análise de impacto, o dono da regra aprova, e o comitê só se reúne para o que tem risco alto ou envolve mais de uma área. Agora, um lembrete: reunião recorrente sem pauta vira cobrança de status. Segundo o material que temos, parametrização vem antes de desenvolvimento, e o ponto de extensão é previsto antes de alterar objeto padrão; isso vira pergunta fixa do fluxo.

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Discordo de dar voto à consultoria no comitê. Então, a verdade é que, quem decide é a empresa. Segundo o material que temos, o produto não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança. A consultoria senta com voz técnica e prova o comportamento do sistema, mas a ata deve registrar que a decisão é do dono da área do cliente.

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Direto: comitê pequeno, com pauta fixa. Participantes: dono do fiscal, dono da contabilidade, TI e consultoria como apoio. Pauta em quatro itens: mudanças pedidas, impacto de cada uma, teste combinado e decisão. Na ata: o que foi decidido, quem decidiu, data e a evidência anexada. Minha opinião, pois é: sem alguém que convoque e feche a ata, o comitê morre em dois meses. Trabalho há 30 anos com fiscal e hoje estou no S/4HANA 1909.

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