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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como documentar uma regra de apuração do GUEPARDO Tax para que outra pessoa consiga entendê-la depois?

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Ponto único: herdei regras de apuração do GUEPARDO Tax sem nenhuma descrição. Trabalho há 1 ano com fiscal, sou de ABAP e estamos migrando de outro ERP para o SAP. Quando alguém pergunta por que a regra faz o que faz, ninguém sabe responder, e eu mesmo tenho medo de mexer. No fim das contas, quero um modelo simples de documento, uma página por regra, com objetivo, base legal informada pelo cliente e teste. Que campos vocês colocariam, e o que deixam de fora para a página não virar tese?


Atualização:

Obrigado a todos. Vou começar pelas cinco regras que mais mexem no valor do imposto, com a página do Ricardo e a coluna de extensão da Olívia. Fica uma dúvida: quando o cliente informar uma base legal nova, a página antiga é apagada ou guardada com data?

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Resposta curta: documente cada regra em uma folha de campos fixos, com a base legal escrita pelo cliente e um teste que qualquer pessoa consiga repetir.

  1. Objetivo: uma frase.
  2. Base legal: informada pelo tributário da empresa, sem interpretação do consultor. A página guarda a versão antiga com data.
  3. Onde está: parametrização e, se houver, o objeto de extensão com dono.
  4. Teste: documento de exemplo, resultado esperado, resultado obtido e data.
  5. Limite: o que a regra não faz.

A documentação da NTT que consultamos não traz um modelo de ficha de regra, então o formato acima é recomendação nossa, não padrão do produto. Para o inventário de extensões, veja a página de customização fiscal em ABAP no SAP.

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Olá, time. Discordo de documentar só a parametrização. Olha, para variar, a regra que ninguém entende costuma ter uma extensão por trás. Se existe BAdI ou enhancement, a página precisa dizer qual objeto, o que ele assume do produto e quem é o dono. Nas notas de projeto que li, o que reduz a quebra na atualização é um inventário vivo com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto. Um exemplo na documentação da NTT: natureza da receita sem determinação por NCM exige desenvolvimento via BAdI.

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Oi, gente. Como sempre, tá, acrescento o teste, que é o que prova a página. Um teste por regra, com documento de exemplo, resultado esperado e resultado obtido, com data. Quando alguém mudar a regra, o teste antigo vira regressão e mostra o que mudou. E escreva também o que a regra não faz, porque é a pergunta que mais volta, e a resposta fica a um clique em vez de depender da memória de quem saiu do projeto.

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Foi mal a pergunta, mas aqui vai: uma página por regra, com seis campos. Objetivo em uma frase; base legal informada pelo tributário da empresa, copiada como veio, sem interpretação minha; onde a regra está parametrizada; documento de exemplo que dispara a regra; resultado esperado com valor; data e dono. O combinado é que o consultor não escreve a base legal, quem escreve é o cliente. Assim a decisão tributária fica com quem decide, e a página só prova o comportamento.

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Aqui a gente fez diferente, e aí, por assim dizer, ficou mais leve: em vez de uma página por regra, uma matriz com uma linha por regra e os seis campos em colunas, mais um link para a evidência. A página separada só existe para regra complexa. Para organizar as colunas copiei uma convenção da documentação da NTT, em que cada módulo traz visão geral, pré-requisitos, arquitetura, configurações e funcionalidades. A matriz dá visão de conjunto, e quem chega novo acha rápido qual regra mexe em qual imposto.

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