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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como governar os desenvolvimentos próprios que rodam junto do GUEPARDO Tax?

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Boa noite, colegas. Herdei a sustentação fiscal de uma empresa com S/4HANA 1909 e GUEPARDO Tax, e há anos acumulam exceções fiscais programadas: programas Z, enhancements, ajustes em relatório. Então, pra constar, ninguém mais sabe quais ainda são necessárias, quem escreveu e se o padrão do produto já cobre o caso. Já tive um fechamento em que um deles quebrou depois de uma atualização. Como vocês governam esse conjunto sem parar o fiscal? Começo por inventário, por teste ou por limpeza?


Atualização:

Obrigada, gente. Vou começar pelo inventário com a coluna de classe do Matheus Campos, e o teste por trimestre fechado do Gabriel vira o critério para aposentar. Duas dúvidas: onde registrar o que cada extensão assume do produto? Existe modelo? E se eu descobrir uma que o padrão já cobre, quem aprova a troca?

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Resumindo: governar extensão fiscal é inventário vivo, risco por classe e prova antes de aposentar.

  1. Inventário: objeto, dono, objetivo, o que assume do produto e classe (valor, arquivo entregue, relatório).
  2. Ponto de extensão: a documentação da NTT descreve extensão por BAdI na ECF, e exige desenvolvimento por BAdI para a natureza da receita no PIS e COFINS. Extensão nesses pontos é caminho previsto, e o que vale é documentar.
  3. Aposentar: só com um trimestre fechado comparado com a evidência guardada, em ambiente de teste.
  4. Decisão: dizer que a regra acabou é do fiscal da empresa.

Modelo de registro: uma linha por objeto, com data de revisão. Mais em customização fiscal no SAP.

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Discordo de neutralizar extensão para comparar. O detalhe é que, né, muita extensão só aparece em cenário raro, e um mês de teste não pega. Antes de aposentar, rode um trimestre fechado inteiro e compare com a evidência guardada. Outra coisa: parte do que vocês têm pode estar em ponto de extensão previsto pelo produto. A documentação da NTT cita, por exemplo, BAdI e enhancement spot no preenchimento das fichas da ECF. Nesse caso o caminho é o esperado e a regra é só documentar dono e objetivo.

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Na real, é uma questão de risco que o controller precisa enxergar: extensão sem dono é passivo. Peça ao fiscal três números por trimestre: quantas extensões existem, quantas têm dono e quantas têm teste de regressão. Não fixe meta; o objetivo é a curva cair. E antes de aposentar qualquer uma, a decisão de que a regra de negócio não existe mais é do fiscal da empresa, não da TI.

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Comece pelo inventário, nesta ordem:

  1. Liste os objetos Z e enhancements que tocam o fiscal: programas, pontos de extensão, relatórios.
  2. Para cada um, registre dono, objetivo e o que ele assume do produto ou do padrão.
  3. Marque a classe: altera valor, altera arquivo entregue ou só relatório.

O pulo do gato, tá, é a terceira coluna: ela define a ordem de teste e de limpeza. Sem classe, tudo parece igualmente urgente e a lista nunca anda.

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Bem, veja bem, eu não começaria pelo código. Começo pelas obrigações e pergunto, para cada uma, se o resultado depende de algo programado:

  1. Escolha uma obrigação já fechada.
  2. Gere o resultado em ambiente de teste, nunca em produção, com a extensão neutralizada.
  3. Compare com o que foi entregue.

Se não muda, a extensão é candidata a aposentar. Assim a lista sai do bolso das pessoas e passa a vir do resultado.

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