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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como lidar com a rotatividade do time fiscal que opera o GUEPARDO Tax?

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O cenário é este: a cada seis meses entra um analista novo na minha equipe fiscal e, quando o antigo sai, leva junto o jeito de operar o GUEPARDO Tax. O fechamento mensal está na cabeça de duas pessoas e numa planilha. Sou gerente fiscal e quero reduzir essa dependência sem ter que contratar gente sênior toda hora. Veja, como todo mundo sabe, rotatividade não vai acabar. O que eu coloco em prática primeiro para o analista novo conseguir operar sem depender de quem saiu?


Atualização:

Obrigado a todos. Vou começar pelo inventário de regras com dono e pelo exercício do fechamento refeito. Pergunta de seguimento: quando o dono da regra é justamente a pessoa que está de saída, como vocês tratam a passagem? Exigem um período de convivência com o substituto ou aceitam só o documento?

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Reduzir a dependência de quem sai é trocar conhecimento de pessoa por registro com dono, e provar que o registro funciona. O que fazer:

  1. Dono por regra: nome, substituto, data da última conferência e onde está a evidência.
  2. Inventário vivo de extensões Z: objeto, dono, objetivo e o que cada uma assume do produto.
  3. Teste de passagem: o analista novo refaz um período já fechado e chega ao mesmo número, explicando cada diferença.
  4. Convivência na saída: o dono em saída acompanha o substituto em um fechamento real, não só entrega documento.
  5. Contrato: confirme por escrito se treinamento de processo padrão do produto está coberto; as notas de projeto indicam que só se transfere o que foi customizado.

Para ver como a governança entra na rotina de sustentação, leia governança do ambiente fiscal em sustentação.

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Como estamos hoje, a dica é, tá: discordo de contar com a consultoria ou a sustentação para cobrir o que sai com o analista. As notas de projeto citam como risco recorrente o treinamento de processo padrão do produto ficar fora do contrato, pois só se transfere o que foi customizado, e também a mudança de fornecedor sem passagem de conhecimento das customizações. O que o seu contrato cobre eu não sei: a base que consultamos não afirma isso. Leia o contrato antes de depender dele.

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Então, lá onde trabalho, o que mais doeu foi a extensão própria. Complemento a lista do Túlio com isto: as notas de projeto registram que extensões Z quebram na atualização e ninguém sabe dizer qual existe, quem escreveu e o que ela assume do produto. Faça um inventário com objeto, dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto. Teste simples de qualidade do inventário: peça a um analista novo para achar a extensão responsável por um número do fechamento. Se ele não acha sozinho, o inventário não serve ainda.

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Oi, pessoal do fiscal. Aqui a gente resolveu de outro jeito: em vez de só escrever documento, o analista novo refaz um fechamento já encerrado, ao lado de quem conhece, e escreve a própria trilha do que fez. Agora, o fato é que isso dá mais trabalho no início. O critério de pronto é objetivo: ele chega ao mesmo número do período fechado e explica cada diferença. É experiência de campo nossa, não regra do produto, e só funciona se alguém liberar tempo da agenda para isso.

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Uma questão só, e a resposta é: documente por regra, não por tela. A fonte que usamos descreve governança do cliente como dono por regra, dossiê com data, dono e vínculo com a regra, e período de guarda definido com o jurídico. Na prática, agora, como já disse, eu faria isto:

  1. liste cada regra fiscal parametrizada que você opera;
  2. ponha um dono por regra, com nome e substituto;
  3. registre a data da última conferência e onde está a evidência;
  4. defina com o jurídico por quanto tempo guardar.
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