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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como manter o controle fiscal do GUEPARDO Tax quando o grupo tem várias empresas?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Contexto rápido primeiro: sou controller de um grupo com várias empresas, todas em SAP com GUEPARDO Tax, cada uma com seu jeito. Trabalho há 30 anos com fiscal e o que vejo é que cada empresa apura de um modo.

Quero padronizar a governança sem engessar quem tem regra local. Na homologação, pois é, tudo parece igual, e no fechamento aparecem as diferenças. O que se padroniza no grupo e o que se deixa por empresa?


Atualização:

Obrigado a todos. Já vi o desenho: configuração modelo replicada em fases, dossiê e acesso padronizados, e decisão local por empresa só para município, estado e regime. A matriz de responsáveis do Diego entra no primeiro passo.

Pergunta de seguimento: como eu sei que uma empresa do grupo saiu do padrão sem esperar o fechamento?


Atualização:

Complementando o que eu disse: vou levar à diretoria a proposta em duas colunas, o que o grupo impõe e o que cada empresa decide, e pedir que cada coluna tenha um dono.

Última dúvida: a revisão trimestral de acessos entra no padrão do grupo ou fica a critério de cada empresa?

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Resumindo: o grupo define o método, e cada empresa define só o que é local.

  1. Do grupo: modelo de configuração, dono por regra, dossiê datado, acesso individual e revisão trimestral de perfis.
  2. Da empresa: município, estado e regime, com o desvio registrado.
  3. Reinf: responsáveis por certificado, transmissão e homologação, e entrega na matriz ou por filial, decididos antes de parametrizar.
  4. Limite do que sabemos: sobre os demais módulos, a documentação que consultamos não afirma que a configuração seja compartilhada assim; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

A revisão de acessos entra no padrão do grupo, porque o risco é igual em qualquer empresa. O desenho de governança do grupo é decisão do grupo. Referência: programa de governança fiscal em SAP.

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Direto ao ponto: discordo de padronizar tanto. O custo é, viu, que regra municipal e estadual muda por empresa, e um modelo único vira exceção em cima de exceção.

  1. Padronize o que é do grupo: dono por regra, dossiê datado, acesso individual.
  2. Deixe por empresa: município, estado e regime.
  3. Use o relatório de municípios sem configuração, citado na documentação de ISS, para achar onde falta configuração local.

Quanto ao enquadramento tributário de cada empresa, a decisão é do tributário dela.

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Pano de fundo: no rollout do nosso grupo, o que quebrou foi o ponto em que cada empresa decidia sozinha. Agora, o segredo é decidir no grupo quem cuida de certificado, transmissão e homologação, e se a entrega é na matriz ou por filial.

Nas notas de projeto de EFD-Reinf que consultamos, são perguntas a fechar antes de parametrizar. Monte uma matriz empresa por responsável e guarde no mesmo dossiê da regra.

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Olá a todos. Um complemento sobre acesso. Bem, o número é o menor possível de pessoas, com acesso sempre individual, nunca credencial compartilhada, revogado ao fim de cada atividade. Em grupo, o risco típico é ninguém verificar se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia.

Faça uma revisão por empresa, uma vez por trimestre: liste quem tem perfil de apurar, de aprovar e de lançar a guia, e confira se alguém aparece nos três. A nota que consultamos tem confiança baixa sobre isso, então trate como boa prática a testar, não como regra do produto.

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Padronize o método e a configuração base, e deixe por empresa o que depende de local. Veja, a questão é que a documentação já mostra um caminho: na simulação da reforma, o código de configuração vale para todas as apurações criadas com ele.

  1. Defina uma configuração modelo.
  2. Replique para cada empresa em fases, depois de um diagnóstico por empresa.
  3. Registre o desvio de cada empresa com dono e motivo.

Para os demais módulos, o conteúdo que temos em mãos não afirma esse comportamento; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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