Para situar vocês: sou consultor de MM, trabalho há 15 anos com fiscal e hoje estou num projeto vindo de outro ERP para o SAP. A empresa tem regras fiscais escondidas em programas próprios antigos, e o gestor quer demonstrar à diretoria o risco de continuidade, sem apontar culpado. O pulo do gato, né, é que ninguém sabe quantos programas existem. Como transformo esse risco em algo que a diretoria entenda, com dados e não só com opinião?
Atualização:
Obrigado, pessoal. Vou montar o inventário com a classificação do auditor e o quadro de eventos futuros da Camila. A Sílvia tem razão: vou apresentar como decisão por regra, não como troca de ferramenta.
Atualização:
Pergunta final para quem já fez isso: o inventário deve ser feito pela TI, pelo fiscal ou por uma terceira parte? Estou preocupado com quem vai assinar a lista que vai à diretoria.