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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como mostrar à diretoria o risco de regras fiscais em programas próprios do SAP e não no GUEPARDO Tax?

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Para situar vocês: sou consultor de MM, trabalho há 15 anos com fiscal e hoje estou num projeto vindo de outro ERP para o SAP. A empresa tem regras fiscais escondidas em programas próprios antigos, e o gestor quer demonstrar à diretoria o risco de continuidade, sem apontar culpado. O pulo do gato, né, é que ninguém sabe quantos programas existem. Como transformo esse risco em algo que a diretoria entenda, com dados e não só com opinião?


Atualização:

Obrigado, pessoal. Vou montar o inventário com a classificação do auditor e o quadro de eventos futuros da Camila. A Sílvia tem razão: vou apresentar como decisão por regra, não como troca de ferramenta.


Atualização:

Pergunta final para quem já fez isso: o inventário deve ser feito pela TI, pelo fiscal ou por uma terceira parte? Estou preocupado com quem vai assinar a lista que vai à diretoria.

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A diretoria entende o risco quando vê um inventário classificado cruzado com os eventos que vêm pela frente.

  1. Inventário dos programas com regra fiscal, cada um com dono.
  2. Classificação pelo papel: decide imposto, apresenta ou apoia.
  3. Cruzamento com migração e reforma.
  4. Decisão por regra: manter, parametrizar ou substituir.

O que se sabe vem de padrão de projeto, não de medição do seu ambiente: a quebra na atualização é o ponto fraco recorrente dessas extensões. Se o GUEPARDO Tax cobre cada regra própria: o material que temos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Veja customização fiscal em ABAP no SAP.

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Desculpem se for básico, mas minha ressalva é do lado do calendário: o risco cresce quando há mudança por vir. Notas de diagnóstico que conheço mostram que desenvolvimentos próprios podem ser alcançados pela reforma, e que relatórios escritos no ECC precisam ser reescritos numa migração. Então, para a diretoria, um quadro simples: programa, regra, e o evento futuro que o afeta, como migração ou reforma.

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Pergunta objetiva: e se o programa próprio for a melhor solução? E aí, até onde sei, o ponto não é eliminar tudo, e sim saber qual foi decidido e por quem. Discordo de apresentar o GUEPARDO Tax como destino automático. O material que temos não afirma que o produto cubra cada regra própria que vocês têm; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Cada regra precisa de decisão: manter, migrar para parametrização ou substituir.

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Cenário e dúvida: e aí, já adianto, que o inventário precisa de um critério de classificação. Eu sou auditor interno e uso três: o programa decide imposto, só apresenta dados ou é auxiliar. Só o primeiro grupo vira risco para a diretoria. Regra de decisão que costuma funcionar: parametrização antes de desenvolvimento, ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão, análise de impacto antes e regressão depois da mudança.

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O primeiro passo é um inventário, e a diretoria entende inventário. O que temos aqui:

  1. Lista de cada programa próprio com regra fiscal.
  2. Dono, objetivo e o que cada um assume de outro programa.
  3. Última pessoa que alterou.

O ganho é, viu, mostrar a lacuna de conhecimento: extensões Z quebram na atualização e ninguém sabe dizer qual existe, quem escreveu e o que assume do produto. Isso é padrão de projeto, não medição do seu ambiente.

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