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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como o diretor fiscal deve tratar a dependência da empresa em relação ao add-on GUEPARDO Tax?

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Talvez seja bobagem, mas uma sócia perguntou ao nosso diretor fiscal o que acontece com a empresa se o add-on do GUEPARDO Tax parar de funcionar, ou se um dia decidirmos trocar de solução. Sou consultor de SD, vim do agro e ainda estou aprendendo o lado fiscal, na homologação, né. O diretor quer levar uma resposta honesta, não uma frase de venda. Como se trata essa dependência por escrito, sem exagerar nem minimizar?


Atualização:

Faz sentido, Adriana. Então o diretor leva à sócia uma lista do que depende de pessoa e do que depende do produto. Pergunta de seguimento: existe algum documento da NTT sobre compatibilidade com versões do SAP, ou isso se descobre só no teste?

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A dependência do add-on se trata por escrito em duas colunas: o que a documentação da NTT afirma e o que ainda é pergunta aberta.

Afirmado: o produto é add-on ABAP dentro do SAP, e a manutenção da licença e a correção de defeitos são da NTT. Aberto: o que acontece com os dados se o add-on parar, compatibilidade com cada versão do SAP e política de suporte por versão; o material que temos não afirma, confirme com a NTT ou teste no ambiente. No lado interno, o risco mais comum é conhecimento concentrado, então mantenha inventário vivo das extensões, com dono. A decisão de trocar ou manter a solução é do cliente. Para o desenho da governança, veja governança fiscal no AMS Fiscal.

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Primeiro o cenário: sou ABAP, e, bem, olhando a tela de versões, o material que temos não traz versão atual do produto, matriz de compatibilidade com release SAP nem política de suporte da NTT por versão. Então a pergunta do Bruno só se responde pedindo isso à NTT por escrito. Do lado do cliente, o que dá para fazer já é manter um inventário vivo, com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto.

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Começo pelo básico do projeto: discordo de focar no risco de o add-on parar. Pelo meu histórico, o risco que de fato aparece é outro: o conhecimento fica concentrado. Dois pontos:

  1. A manutenção da licença e a correção de defeitos são da NTT, e a sustentação do cliente é outro papel.
  2. Mudança de fornecedor sem passagem de conhecimento das customizações é risco recorrente.

Quem faz a troca precisa herdar o inventário do que foi parametrizado e desenvolvido.

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Explicando o cenário: o produto é um add-on ABAP dentro do SAP, com objetos em namespace próprio, segundo o material da NTT. Que eu saiba, né, isso significa que a lógica fiscal vive no seu SAP, mas o material que temos não afirma o que acontece com os dados se o add-on for desativado; confirme com a NTT ou teste no ambiente. A resposta honesta à sócia tem duas partes: o que está documentado e o que ainda precisa ser perguntado e testado.

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