Talvez seja bobagem, mas uma sócia perguntou ao nosso diretor fiscal o que acontece com a empresa se o add-on do GUEPARDO Tax parar de funcionar, ou se um dia decidirmos trocar de solução. Sou consultor de SD, vim do agro e ainda estou aprendendo o lado fiscal, na homologação, né. O diretor quer levar uma resposta honesta, não uma frase de venda. Como se trata essa dependência por escrito, sem exagerar nem minimizar?
Atualização:
Faz sentido, Adriana. Então o diretor leva à sócia uma lista do que depende de pessoa e do que depende do produto. Pergunta de seguimento: existe algum documento da NTT sobre compatibilidade com versões do SAP, ou isso se descobre só no teste?