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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como o GUEPARDO Tax ajuda a dar rastreabilidade ao dado que vai para o SPED?

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Pessoal, bom dia. Sou consultor de MM e aprendi o assunto na prática. Uma fiscalização pediu a origem de um valor declarado no SPED, e o time levou dias para reconstruir o caminho, do arquivo até a nota; veja, ao pé da letra, o pedido era saber de onde saiu aquele número. Usamos SAP com GUEPARDO Tax. O produto ajuda a mostrar essa origem, e o que eu preciso deixar pronto antes da próxima vez?


Atualização:

Valeu a todos. O recado foi claro: o produto ajuda, mas o rastro depende de como os lançamentos entram. Vou fazer o teste da Valéria com cinco valores e montar a tabela da Paula e do Moisés por mês. Pergunta de seguimento: quanto tempo guardamos esse dossiê, e quem é o dono dele, o fiscal ou o jurídico?

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O GUEPARDO Tax opera sobre uma única base de dados de apuração, segundo a documentação da NTT, o que ajuda no rastro; mas a base que consultamos não afirma que ele monte a origem de cada valor do SPED, então confirme com a NTT ou teste no ambiente.

  1. Monte a cadeia por mês: documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade.
  2. Guarde o número dos documentos de cada valor relevante e o motivo de cada ajuste manual.
  3. Procure lançamentos que não passaram pelo registro do documento.
  4. Teste o caminho de volta com alguns valores antes de a fiscalização pedir.

Mais em obrigações acessórias e SPED no SAP.

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E aí, pessoal. Discordo de confiar no rastro do produto como prova; olha, na homologação, ele só mostra o que foi lançado pelo caminho normal. Retenção lançada direto na contabilidade, sem passar pelo registro do documento, existe no razão e não na base da apuração, então o rastro quebra ali. Faça um teste: pegue cinco valores do mês e refaça o caminho até a nota, com cronômetro.

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Começo pelo básico do projeto: o material que temos afirma pouco sobre rastreio campo a campo; veja, a questão é que, segundo a documentação da NTT, o produto opera sobre uma única base de dados de apuração. Isso ajuda, porque o dado nasce num lugar só. Para o ISS, a documentação traz a origem de cada campo do arquivo DEPISS em tabelas e funções. Para os demais arquivos, o material não afirma isso; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Pessoal, bom dia; aqui na empresa, né, a gente aprendeu que o rastro precisa ser montado antes do pedido. A cadeia é: documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade. Para cada valor relevante do mês, guarde os números de documento que o compõem e o ajuste manual, se houver. Registro que depende de dado de fora do documento fiscal costuma ser montado em planilha e importado, e esse é o primeiro lugar que o auditor vai perguntar.

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