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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como o GUEPARDO Tax ajuda a manter a trilha de auditoria quando a fiscalização pede explicação?

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Olá a todos. Sou analista fiscal numa empresa do agro, ainda no ECC 6.0. Recebemos uma intimação pedindo a memória de cálculo de um período de dois anos atrás, e a equipe precisa mostrar qual regra gerou cada valor.

Duas dúvidas:

  1. O que o GUEPARDO Tax guarda que me ajude a montar essa trilha?
  2. O que eu preciso ter fora do produto, para não depender da memória das pessoas?

Não quero afirmar à fiscalização nada que eu não consiga provar.


Atualização:

Obrigada, gente, e voltando ao ponto, viu: vou abrir no ambiente de qualidade uma apuração antiga e tentar fechar o caminho do valor até a nota, como o Daniel sugeriu. Se o histórico não existir naquele ambiente, ou o período já tiver sido limpo, qual é o plano B para provar a regra de dois anos atrás?

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Fechando a conversa. A documentação da NTT que consultamos não afirma que o GUEPARDO Tax reconstrói sozinho a regra de cada valor de dois anos atrás, então a trilha precisa ser provada em teste e montada em dossiê.

  1. No ambiente de qualidade, abra uma apuração antiga e tente ir do valor até a nota, passando pelo histórico de modificação.
  2. Nomeie a apuração oficial do período, porque a documentação admite várias para o mesmo período e empresa.
  3. Guarde a evidência da agenda e dos parâmetros da época, com data e dono.
  4. Onde o teste quebrar, registre o ponto e confirme com a NTT.

Para ver como o produto organiza as apurações, leia a visão geral do GUEPARDO Tax e suas apurações.

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Um pouco de história: nas intimações antigas que acompanhei, a prova nunca veio de um relatório só. Plano B, em lista:

  1. Nome da apuração oficial e data de finalização.
  2. Notas que compõem cada valor, com a busca de documentos usada.
  3. Parâmetros vigentes na época, que, olha, se não me engano, ficam guardados com a data do transporte.
  4. Quem aprovou o valor e quando.

A prática recomendada é um dossiê com data, dono e vínculo com cada regra, e o prazo de guarda combinado com o jurídico da empresa.

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Deixa eu montar o quadro do lado da responsabilidade. A documentação da NTT descreve uma Agenda Fiscal que atribui responsável a cada etapa e envia alerta de prazo. O ponto é que, né, isso registra quem cuidava da entrega, não prova a regra de cálculo.

Mesmo assim ajuda na intimação: mostrar quem era o dono de cada etapa naquele mês muda a conversa de "não sabemos" para "aqui está o responsável e a evidência". Guarde um trecho de tela ou de log da agenda do período, com data.

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Resposta curta: a documentação que consultamos aponta um histórico de modificação na apuração de PIS e COFINS, mas não afirma que ele reconstrói qual regra gerou cada valor.

Pode ser uma dúvida boba, mas olha, segundo o que li, a lista de funcionalidades da NTT para essa apuração traz o histórico de modificação e a busca de documentos. Para a intimação, o teste é concreto: abra no ambiente de qualidade uma apuração de período antigo, peça o histórico e tente ir de um valor até a nota que o originou. Se o caminho fecha, existe trilha. Se quebra, anote em que ponto.

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Discordo em um ponto: histórico de modificação mostra o que mudou na apuração, não explica por que o valor é aquele. Pelo que testei, ó, ao remontar o dossiê de um período antigo, o que mais faltou foi saber qual versão da apuração tinha sido a oficial. A documentação da NTT diz que é permitido ter várias apurações para o mesmo período e empresa, e só uma é a oficial. Então a primeira linha do dossiê deve nomear a apuração oficial daquele período, com a data em que foi finalizada.

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