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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como preparar a área fiscal para a auditoria externa usando as evidências do GUEPARDO Tax?

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Talvez seja bobagem, mas a dúvida é séria. A auditoria externa chega em quatro semanas e a nossa área fiscal quer reunir as evidências de apuração e de conciliação.

Sou analista fiscal, e olha que, ó, nunca participei do outro lado dessa conversa. O que um auditor costuma pedir e o que eu consigo tirar do GUEPARDO Tax para responder sem correria na última semana?


Atualização:

Obrigado, gente. Vou pedir a lista ao auditor, montar a conciliação mês a mês e conferir os acessos.

Dúvida de seguimento: se a conciliação de um mês antigo não fechar a tempo, é melhor entregar com a diferença explicada ou pedir prazo?

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Resumindo, em quatro semanas, nesta ordem:

  1. Lista do auditor: peça os itens e trabalhe só neles.
  2. Conciliação: fiscal e contábil, mês a mês, com causa e ajuste.
  3. Cadeia completa: o arquivo validado não prova o apurado, o escriturado e o pago.
  4. Controles: perfis de acesso e inventário das extensões Z.

Para a pergunta do Henrique: entregue com a diferença explicada. Diferença com causa e dono é evidência; mês em branco, não. A leitura da auditoria é do cliente. Para estruturar essa rotina, veja governança fiscal no SAP.

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Discordo de apostar tudo em evidência tirada do produto.

Pensando bem, tá, o validador aceitar um arquivo não prova que o imposto apurado é o escriturado e o pago. O auditor vai querer a cadeia inteira, e uma parte dela mora fora do GUEPARDO Tax: guia, lançamento contábil, razão. Monte o dossiê com a ponta de cada fonte.

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Complementando: confira os acessos antes de a auditoria pedir.

Bem, na última auditoria, o que travou foi ninguém saber se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia. Isso costuma ser tratado como assunto de TI, e o fiscal descobre na reunião. Peça a lista de perfis e confira você mesmo antes.

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Nas quatro semanas, priorize a conciliação entre o fiscal e o contábil de cada mês do período auditado.

E aí, no meu dia a dia, é a primeira coisa que o auditor abre. Se fiscal e contábil não fecham no mesmo valor, a área gasta dias em planilha explicando a diferença. Chegue com a explicação pronta: diferença, causa, ajuste e quem aprovou, mês a mês.

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Outra forma: peça ao auditor a lista de documentos que ele quer e monte só o que está nela.

Olha, digamos assim, reunir tudo é um projeto de meses, e você tem quatro semanas. Com a lista na mão, o trabalho vira roteiro curto. E já separe um inventário das extensões Z que mexem no fiscal, com dono e objetivo, porque é o que o auditor de TI costuma perguntar.

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