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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como provar que a apuração do GUEPARDO Tax bate com a contabilidade durante a transição?

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Cenário e dúvida: S/4HANA 1909, grupo do agro, e acabei de assumir a área, vindo de agro. Na transição, dois conjuntos de tributos convivem na apuração do GUEPARDO Tax.

Meu ponto, viu, é que a diretoria quer evidência periódica de que o saldo fiscal e o contábil conferem, mês a mês, e não só no fim do ano. Que evidência é essa? Em que formato, com que frequência e quem assina?


Atualização:

Obrigada, gente. Vou montar o quadro mensal e propor uma amostra de documentos por mês, com recálculo. Duas dúvidas: o quadro deve separar o conjunto antigo do novo ou somar os dois? E a amostra precisa ser aleatória ou pode ser dos maiores valores?

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Resumindo a conversa:

  1. Rotina mensal: um comparativo por tributo entre apuração e conta, com data e responsável, para a diretoria enxergar a evolução.
  2. Amostra: recálculo de documentos nos dois modos, o atual e o novo, porque conciliar só o modo atual não prova a virada.
  3. Contas de imposto: liste as que recebem lançamento manual e trate cada uma como exceção com dono.
  4. Assinatura: quem assina exige trilha de cada número.

O relatório de conciliação descrito pela NTT existe nos formatos do SPED ou conforme a demanda fiscal; se ele cobre os dois conjuntos de tributos juntos, a documentação do produto que temos não afirma, confirme com a NTT ou teste no ambiente. A classificação e a interpretação são decisões do cliente: confirme com o tributário da empresa. Para montar o plano de testes, veja como estruturar os testes fiscais no SAP.

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Complementando a Rosana, do lado de quem assina. Sou controller, não sou do fiscal, e peço desculpa se a dúvida for básica. Conforme o combinado, pois é, eu só assino o que tem trilha:

  1. Quadro mensal com a diferença explicada.
  2. Amostra recalculada, com o documento de origem.
  3. Lista de ajustes manuais, cada um com dono.

Sobre o que o produto faz com IBS e CBS na apuração oficial, o conteúdo que temos em mãos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Complementando o Daniel. Olha, um palpite, a amostra fica mais fácil se as contas de imposto já estiverem bem definidas. Na integração com a contabilidade, ajudaram três regras: medir o que está em uso antes de propor, tratar conta com lançamento por bloqueio e não por eliminação, e provar com documento real.

Se uma conta recebe lançamento manual além do automático, ela vira exceção a explicar todo mês. Liste essas contas no início e acompanhe cada uma.

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A evidência é um quadro mensal que põe lado a lado o saldo da apuração e o saldo da conta contábil, por tributo, com a diferença explicada linha a linha. A lição é, viu: diferença sem explicação não é evidência.

Segundo a documentação da NTT, o produto oferece consultas e relatórios de conciliação nos formatos do SPED ou conforme a demanda fiscal. A documentação que consultamos não afirma que esse relatório já cubra dois conjuntos de tributos ao mesmo tempo; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Guarde o quadro de cada mês com data e responsável.

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Discordo em um ponto: o quadro mensal sozinho não basta. Veja, batendo o olho, ele pode fechar e o erro estar nas duas pontas ao mesmo tempo.

A regra de projeto que eu sigo: teste só no modo atual não basta, a virada exige teste no modo novo e conciliação contábil. Recalcule uma amostra de documentos à mão, dos dois conjuntos, e compare com o que o sistema trouxe. Quem assina é o tributário, porque a interpretação é decisão dele.

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