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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como registrar a decisão de não usar determinada funcionalidade do GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Dúvida curta: a empresa decidiu não habilitar uma rotina do GUEPARDO Tax por ora, mas ninguém registrou o motivo nem o responsável. Sou auditor interno e acompanho o assunto desde a implantação do S/4HANA 2023. O ganho é, pois é, evitar que daqui a dois anos alguém ache que foi esquecimento. Que campos o registro dessa decisão deve ter, e onde guardar?


Atualização:

Obrigado. Vou incluir o risco aceito e a condição de reabertura, como o Wagner pediu, e separar não habilitado por decisão de não disponível no ambiente. Uma dúvida: a data de revisão deve ser fixa, tipo todo fechamento anual, ou ligada a um gatilho como uma atualização de release?


Atualização:

Ficou mais uma pergunta de auditor: se a decisão foi tomada por um responsável que já saiu, o registro continua valendo ou precisa ser reconfirmado pelo novo responsável, com nova data? Quero deixar isso escrito na política.

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Registro da decisão de não usar uma funcionalidade, uma linha por decisão:

  1. Funcionalidade e motivo: decidiu-se não usar, ou não está disponível na versão ou no ambiente.
  2. Responsável do cliente e data.
  3. Controle substituto, com dono, se a rotina passa a ser manual.
  4. Risco aceito e condição de reabertura, incluindo atualização de release.
  5. Data de revisão, fixa ou ligada a um gatilho.

Responsável que sai: reconfirme com o novo responsável e registre a nova data. O material que temos não afirma regra de guarda do registro; defina com o jurídico do cliente. Veja governança contínua do GUEPARDO Tax.

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E aí, no rollout, o que falta no registro é o que substitui a rotina. Quem não habilita uma função costuma resolver à mão, e o procedimento precisa dizer onde. Exemplo da documentação: créditos extemporâneos anteriores ao controle do produto são lançados manualmente. Anote qual é o controle manual, quem o executa e quando ele é revisto.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Veja bem, discordo de registrar só o motivo e o dono. Faltam o risco aceito e a condição para reabrir a decisão, senão ela vira esquecimento com carimbo. E o dono da decisão é do lado do cliente: quem valida é o cliente, não o consultor, que só desenha e prova o comportamento.

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Uma linha por decisão resolve: funcionalidade, motivo, responsável, data e data de revisão. E aí, pessoal, a documentação que temos fala justamente em dono por regra e dossiê com data, dono e vínculo com a regra. Decisão de não usar é uma regra também: tem dono, data e vínculo com o motivo.

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Desculpem a insistência, mas acrescento o motivo certo. Há diferença entre decidimos não usar e não está disponível no nosso ambiente. A documentação cita uma rotina que só existe em ambiente com TDF, a carga de shadows, e um relatório disponível só a partir da versão 129, o de rota de aprovação. Registre qual dos dois é o seu caso.

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