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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como registrar no GUEPARDO Tax uma regra da reforma que ainda aguarda definição fiscal do cliente?

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Objetivamente: temos uma operação específica em que o cliente ainda não decidiu o enquadramento na reforma, e o analista da minha equipe quer registrar essa pendência no GUEPARDO Tax. O risco é configurar algo provisório e esquecer.

  1. Como sinalizar que a regra está pendente sem gravar valor errado?
  2. Como garantir que a pendência não vira regra definitiva por esquecimento?

Passamos por isso no fechamento do mês passado e ficou tudo em e-mail.


Atualização:

Obrigado, pessoal. No fechamento, tá, o que vou fazer: código de configuração separado, registro fora do sistema com dono e prazo, e confirmação da versão instalada com a NTT antes de qualquer regra. Pergunta de seguimento: quando o cliente decidir, vocês migram o código separado para o oficial ou recriam do zero para não herdar lixo?

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Fechando a conversa: regra sem decisão do cliente não entra no que já é oficial. Se o produto tem sinalização própria de pendência, nossa leitura da NTT não mostra; vale perguntar a ela ou testar.

  1. Um cenário isolado, longe das apurações em uso.
  2. Pendência anotada fora da tela, com pergunta, responsável e data.
  3. Checagem da versão instalada antes de supor suporte.
  4. Apuração nunca cancelada só para limpar a lista.

Contexto geral em reforma tributária CBS e IBS no SAP. O enquadramento da operação é decisão do cliente; confirme com o tributário da empresa.

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Discordo em um ponto: lista de pendência sozinha não basta se a regra pode nem estar prevista no produto. Trabalho há 18 anos com fiscal e, bem, de perto, o que pesa é saber se a funcionalidade existe na versão instalada.

O quadro de andamento da NTT, nos manuais que consultamos, traz itens em backlog sem data, como o atendimento das informações de débitos e créditos de IBS e IS. Os manuais pedem confirmar a situação atual e a disponibilidade na versão instalada antes de planejar uso. Ponha essa confirmação como primeira linha da pendência.

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Ponto único que ninguém falou: não cancele uma apuração para limpar a pendência. Pelo que li nos manuais da NTT, o cancelamento de apuração na ferramenta de simulação é irreversível. Olha, no go-live é quando essa limpeza apressada aparece. Sou analista fiscal e peço desculpa se for óbvio, mas a regra prática é: pendência se marca, não se apaga.

Se precisar parar de usar uma apuração, registre o motivo e a data antes de cancelar.

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Completando o Alexandre, com o olhar de quem acabou de assumir a área, vindo de serviços. Bem, a conta é simples: pendência sem dono e sem data vira regra definitiva. Eu guardaria um registro fora do sistema com a operação, a pergunta que o cliente precisa responder, quem decide e o prazo.

Nas notas de projeto que conheço, a recomendação de governança é dono por regra e dossiê com data, dono e vínculo com a regra. Isso resolve o esquecimento melhor do que qualquer campo de tela.

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Me corrijam se eu estiver errada: aqui a gente resolveu de outro jeito, deixando a operação pendente fora do cálculo e visível num controle à parte.

  1. Lista de operações pendentes, cada uma com dono.
  2. Teste do ambiente rodando só com as operações já decididas.
  3. Revisão da lista toda semana até zerar.

Veja, o cerne é que um texto de apresentação do produto registra que ele não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança. Quem decide a regra é o cliente.

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Bom dia a todos. Resposta curta: a documentação da NTT que lemos não descreve um campo de pendência no GUEPARDO Tax; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

O que ela descreve, na ferramenta de simulação, é que o código de configuração vale para todas as apurações criadas com ele. Mexer num código em uso para guardar regra provisória contamina tudo que o usa; quer dizer, ó um risco. Crie um código separado só para o cenário pendente e não o ligue a nenhuma apuração oficial.

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