Pular para o conteúdo

Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como saber se estamos preparados para uma mudança de versão do GUEPARDO Tax?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
6 Respostas
0 Visualizações

Sem enrolar: sou gestor da área fiscal, vim da contabilidade e peço desculpa se a dúvida for básica. A NTT comunicou uma nova versão do GUEPARDO Tax e ninguém aqui sabe o que testar nem quem aprova. A TI quer subir logo, o fiscal tem medo de parar a apuração no meio do mês. Rodamos ECC 6.0.

Como eu sei, de forma objetiva, se estamos preparados? Quero uma lista que eu consiga cobrar das duas áreas antes de dar o sinal verde.


Atualização:

Obrigado a todos. Vou montar um quadro de quatro linhas: janela depois das entregas do mês, aprovador nomeado no fiscal, inventário das extensões Z e uma carta à NTT com as perguntas do Bruno. Pergunta de seguimento: se a NTT demorar a responder, devo segurar a atualização até a resposta chegar ou posso testar em qualidade e decidir com o que eu medir lá? O prazo aqui aperta.

Avatar
Cancelar

Estar preparado, nesse caso, é ter quatro coisas respondidas por escrito antes de atualizar. Resumindo a conversa:

  1. Janela: depois que as obrigações do mês estiverem geradas e entregues, passando por desenvolvimento, homologação e produção.
  2. Aprovador: o cliente valida, com nome na área fiscal e comparativo com períodos fechados. O teste técnico da consultoria não prova que a apuração está certa.
  3. Extensões Z: inventário com dono e regressão sobre ele.
  4. Perguntas à NTT: o que muda na versão, requisitos e política de suporte. O que temos de documentação não afirma essas respostas; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

O primeiro fechamento real depois da atualização é o teste que conta. Para o desenho completo, veja a página sobre atualização de release do GUEPARDO Tax.

Avatar
Cancelar

Montando o contexto, uma lista do que o fiscal olha depois da atualização:

  1. Regressão comparando com períodos fechados.
  2. Procurar os três sintomas que costumam aparecer: diferença de saldo, obrigação rejeitada, nota que não contabiliza.
  3. Acompanhar o primeiro fechamento real, que é o teste que conta.

Olha, como se diz, teste verde em homologação não encerra o assunto.

Avatar
Cancelar

Saudações, pessoal. Outra forma de organizar, que adotamos sob pressão de fechamento: tratar as extensões Z como a primeira lista de teste. Pelas notas de projeto que consultei, extensões em torno do fiscal são a parte que mais quebra na atualização. Montamos um inventário com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto, e a regressão roda sobre esse inventário. E aí, de bate-pronto, o escopo de teste cabe em uma tela. Dá mais trabalho no início, mas a lista deixa de ser chute.

Avatar
Cancelar

Começo pelo básico do projeto: discordo de declarar "estamos preparados" só com lista de teste. O material que temos não traz versão atual do produto, matriz de compatibilidade com release SAP nem política de suporte da NTT por versão. Parte da prontidão, portanto, é pergunta por escrito à NTT: o que muda nesta versão e até quando a versão atual tem suporte. Confirme com a NTT ou teste no ambiente. Bem, de qualquer forma, a resposta vai para a pasta do projeto, com data.

Avatar
Cancelar

O que temos aqui é a parte de quem aprova. Quem valida é o cliente: o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa. Então a aprovação precisa de nome na área fiscal, com a evidência dos períodos fechados ao lado do resultado novo. Agora, resumindo: sem comparação com período fechado, a aprovação vira opinião. Eu guardaria o comparativo e a assinatura na pasta do mês, para a auditoria achar depois.

Avatar
Cancelar

Pano de fundo: atualizar versão é decisão de risco e de calendário fiscal, não só tarefa de Basis. Porque o fato é que, né, quando só a TI testa, o fiscal descobre o problema no fechamento. Eu começaria por três perguntas, como se fosse o log da reunião:

  1. Quando as obrigações do mês estarão geradas e entregues? A janela fica depois disso.
  2. Em que ordem a mudança passa: desenvolvimento, homologação, produção?
  3. Quais períodos já fechados servem de comparação?
Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!