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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como separar o papel de quem configura e o papel de quem decide a tese no GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Oi, gente. Acabei de assumir a área, vindo de varejo, e meu diretor pediu uma coisa: registrar por escrito quem configura o GUEPARDO Tax e quem decide a tese tributária. A consultoria configura o sistema, mas a decisão tributária é do cliente, e ele quer evitar que um dia alguém diga que a consultoria decidiu. Então, digamos assim, precisamos de uma fronteira clara. Como vocês documentam isso? Que decisões entram do lado do cliente, e que tipo de registro serve numa auditoria?


Atualização:

Obrigado, gente. Vou propor ao diretor a ficha por regra da Viviane, com a matriz do Leandro como índice. Dúvida de seguimento: quando o cliente demora a decidir e o projeto não pode parar, a configuração entra provisória, com a ficha marcada como pendente, ou a gente trava a regra até a decisão?

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Resumindo: separe no papel a decisão do cliente e a configuração da consultoria, regra por regra. O desenho que saiu da conversa:

  1. Quadro de três colunas: configurado pela consultoria, decidido pelo cliente, local do registro.
  2. Sequência: primeiro a decisão com data, depois a parametrização.
  3. Ficha individual: regra, decisão, autor da decisão e data.
  4. Aceite: homologar é papel do cliente e abrange a interpretação tributária.

A tese é sempre do cliente: confirme com o tributário da empresa. Mais em programa de governança fiscal no SAP.

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Discordo de um ponto: dizer que a consultoria prova o comportamento do sistema não significa que ela prova que a tese está certa. Acompanho o assunto desde a implantação do ECC 6.0 e, no meu dia a dia, né, vejo confundir os dois. Pela nota de projeto, o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa, quem valida é o cliente, e a homologação do cliente inclui a interpretação tributária. Então o registro precisa dizer quem homologou, não só quem configurou. Confirme com o tributário da empresa.

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O registro tem de ter data. Pra ser justo, né, a ordem importa: primeiro a decisão do cliente, depois a configuração. Vim de construção e lá a mudança só vale com ordem de serviço assinada. Aqui, a mesma ideia: cada parametrização que depende de interpretação recebe o registro da decisão do cliente antes de ir ao ambiente. A nota de projeto fala em dono por regra e dossiê com data, dono e vínculo com a regra. Sem o vínculo, a decisão fica solta.

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Pode ser uma dúvida boba, mas aqui fizemos diferente: em vez de uma matriz geral, um registro por regra, na mesma ficha que traz a parametrização. Estou há um ano no fiscal, migrando de outro ERP para SAP, e, quer dizer, não deu para manter dois documentos em sincronia. A ficha tem quatro campos: regra, decisão do cliente, quem decidiu e data. O consultor só mexe na configuração quando a ficha está preenchida. Dá mais trabalho no início e simplifica a auditoria depois.

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Faça uma matriz de decisão com três colunas: o que a consultoria configura, o que o cliente decide e onde a decisão fica registrada.

Antes da pergunta, o contexto: vim de agro e li as notas de projeto. A gente costuma separar assim: enquadramento, alíquota, redução e aproveitamento de crédito são do cliente. O manual sobre a documentação da NTT trata a manutenção da configuração, como códigos, buscas e alíquotas, como tarefa da consultoria, mas a alíquota que entra continua sendo decisão do cliente.

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