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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como separar o que o cliente decide e o que o GUEPARDO Tax apenas executa na reforma tributária?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Direto: estou há um ano na área, vindo de outro ERP em migração para SAP. A diretoria quer deixar claro que a tese tributária da reforma é decisão da empresa e que o sistema só aplica o que foi definido. Falta uma forma simples de documentar isso. Na homologação, viu, percebi que ninguém sabe dizer o que foi decisão nossa e o que foi configuração padrão do GUEPARDO Tax. Existe um modelo de documento, uma matriz, qualquer coisa que separe as duas colunas? Como vocês fazem, e o que o material do produto afirma sobre isso?


Atualização:

Valeu, pessoal. Vou combinar as duas ideias: matriz de duas colunas, com o número da ata e o código de configuração em cada linha. Dúvida de seguimento: quem na empresa costuma assinar a coluna da decisão, o tributário, o jurídico ou a diretoria? Quero levar isso fechado para a próxima reunião.

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Resposta curta: separe em duas colunas e registre cada decisão da empresa antes da configuração. Em ordem:

  1. Decisão da empresa (enquadramento, alíquota, redução, aproveitamento de crédito), com data, dono e ata. O material que temos registra que isso é do cliente.
  2. Configuração do produto, com o código de configuração usado, já que ele vale para todas as apurações criadas com ele.
  3. Valores simulados são estimativa e não substituem a apuração oficial.

Quem assina a decisão dentro da empresa, o material não afirma. Confirme com o tributário da empresa. Veja também a reforma tributária no SAP.

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Uma questão só, a completar: valores simulados são estimativas da ferramenta e não substituem a apuração oficial, segundo o manual lido. Contando nos dedos, são três cuidados: não tratar simulação como decisão, guardar a versão da configuração usada em cada simulação e fazer a empresa assinar o resultado antes de virar regra. O risco de uma simulação virar "verdade" no comitê é real.

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Vou direto à dúvida: discordo de que a matriz baste. Acompanho o produto desde a implantação do SAP com GUEPARDO Tax, e segundo a documentação da NTT a manutenção da configuração da simulação fica com a consultoria, com um código de configuração que vale para todas as apurações criadas com ele. Ou seja, uma decisão mal registrada se propaga. E aí, voltando ao ponto: a coluna do produto precisa dizer qual código de configuração foi usado. Quanto ao efeito em produção, o material que temos não afirma; teste no ambiente.

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A pergunta é simples, então a alternativa também: em vez de matriz nova, usamos a própria ata de decisão, uma linha por tese, e o chamado de configuração só abre com o número da ata. Saindo um pouco do tema, né, isso evita o clássico "configurei porque o consultor disse". Acabei de assumir a área, vindo da indústria química, e foi o jeito mais rápido que achei. Vale para quem não quer manter documento paralelo.

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Como estamos hoje: uma matriz de duas colunas resolve. Sou contadora, não do fiscal, então talvez seja básico, mas agora, colocando no papel:

  1. Coluna da empresa: enquadramento, alíquota, redução, aproveitamento de crédito. O material que temos diz que isso é do cliente.
  2. Coluna do produto e da consultoria: a configuração que traduz a decisão.
  3. Cada linha com data, dono e quem aprovou.

O que o produto faz em cada ambiente fica como item de teste, não de opinião.

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