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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Como um CFO prova ao conselho que a apuração no GUEPARDO Tax é confiável?

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Pano de fundo: o conselho pediu evidência, não declaração, de que o número apurado bate com a escrituração, e o CFO precisa de um roteiro de prova. Pelo meu histórico, pois é, acompanho o assunto desde a implantação do ECC 6.0 e sei que o arquivo passar no validador não prova nada. Qual é a cadeia que dá para mostrar ao conselho? O que a documentação do GUEPARDO Tax afirma que ajuda, e o que não afirma? Prefiro não prometer ao CFO algo que não consigo provar.


Atualização:

Obrigada a todos, o roteiro ficou claro. Fecho assim: mês encerrado, cadeia completa, planilha de diferenças com causa e dono, repetição mensal e assinatura do responsável da empresa. Uma pergunta de seguimento: para o conselho, vocês apresentam a cadeia inteira ou um resumo com acesso à evidência sob demanda?

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Resposta curta: o conselho não precisa de declaração, precisa de uma cadeia refeita sobre período fechado. Roteiro:

  1. Escolha um mês encerrado e refaça documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade.
  2. Liste cada diferença entre fiscal e contábil com causa e dono, incluindo ajuste que ficou fora do conjunto comparado.
  3. Use as rotinas de pré-validação do produto para achar inconformidade, sabendo que elas não substituem a prova.
  4. Repita todo mês e peça a assinatura de quem na empresa validou.

O validador aceitar o arquivo não é prova. Desempenho e resultado em produção, o material que temos não afirma: confirme com a NTT ou teste no ambiente. Aprofunde em GUEPARDO Tax no SAP.

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O cenário é este, sem querer complicar, né: falta dizer quem valida. O material que temos registra que quem valida é o cliente, e que o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa. Então o roteiro do CFO precisa de um responsável do lado da empresa, com nome, que assine a conferência. Sem isso, o conselho recebe o relatório da consultoria, e não a prova da empresa.

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Saudações, pessoal. Discordo de um ponto: provar só um mês fechado não basta para o conselho. Sou analista em transição, então desculpem se for básico, mas e aí, o número é o que importa: a evidência precisa se repetir, mês após mês, com o mesmo roteiro. Um mês bom pode ser sorte. E se houver ajuste que existe na apuração mas fica fora do conjunto comparado, a prova do mês engana. Fiscal e contábil não fecham no mesmo valor todo mês.

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Direto: aqui a gente fez outro caminho, por diferença em vez de por total. Em vez de provar tudo, listamos as diferenças entre fiscal e contábil do mês e explicamos cada uma. E aí, saindo um pouco do tema, as causas que costumam aparecer são nota emitida por caminho sem lançamento contábil automático, lançamento manual direto na conta de imposto e fato gerador contábil diferente do fiscal. A planilha de diferenças vira o documento que o conselho lê.

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Pano de fundo: prova é cadeia, não relatório. Documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade, nessa ordem, com o mesmo valor em cada elo ou com a diferença explicada. O validador oficial aceitar o arquivo não é prova, e ninguém prova por ele que o imposto apurado é o escriturado e o pago. Sobre o período, então, o prazo é sempre mês já encerrado: refaça a cadeia inteira nele. Quantos documentos amostrar, não tenho número; isso é decisão de auditoria.

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Foi mal a intromissão, sou ABAP, mas completando pelo lado do dado. O material da NTT diz que o produto opera sobre uma única base de apuração e usa rotinas de pré-validação para achar inconformidades antes da entrega. O curioso é, né, que isso ajuda a achar erro, e não a provar que a apuração está certa. Trabalho há seis anos com fiscal e a diferença entre as duas coisas é o que o conselho costuma perguntar. A prova continua sendo a cadeia do Alexandre.

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