Boa tarde, pessoal. Trabalho com fiscal há alguns anos e agora estou ouvindo muito sobre o Guepardo no SAP. Minha dúvida é prática: o que muda para quem mantém o ABAP e o cadastro fiscal quando a ferramenta entra? A regra sai do código ou continua no cadastro? Quem vai ter que mexer no quê no dia a dia? E, na minha área, ó, a gente pergunta isso antes de falar em produto.
Atualização:
Então a resposta curta é: depende de onde a exceção nasce, e alguém precisa decidir quando ela sobe para o código. Isso me leva a uma pergunta: esse registro de exceção, quem mantém, o fiscal ou o desenvolvedor? E se o fiscal não tiver acesso ao código, como ele confere o que foi mudado?