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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Guepardo SAP: o que muda para quem mantém o ABAP e o cadastro fiscal?

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Boa tarde, pessoal. Trabalho com fiscal há alguns anos e agora estou ouvindo muito sobre o Guepardo no SAP. Minha dúvida é prática: o que muda para quem mantém o ABAP e o cadastro fiscal quando a ferramenta entra? A regra sai do código ou continua no cadastro? Quem vai ter que mexer no quê no dia a dia? E, na minha área, ó, a gente pergunta isso antes de falar em produto.


Atualização:

Então a resposta curta é: depende de onde a exceção nasce, e alguém precisa decidir quando ela sobe para o código. Isso me leva a uma pergunta: esse registro de exceção, quem mantém, o fiscal ou o desenvolvedor? E se o fiscal não tiver acesso ao código, como ele confere o que foi mudado?

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Em síntese: o ajuste de cadastro fica com o fiscal, a exceção de código passa por quem programa, e a passagem de um para o outro deve ter aprovação escrita. Quem confere o fim do mês precisa de um relatório que mostre o efeito de cada nota.

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Acrescento o lado do fechamento. Para a controladoria, o que importa é que o número que sai do sistema seja o mesmo que a regra pede, e que a diferença tenha dono. Acho que o básico, né, é ter um relatório de conferência que mostre a regra aplicada em cada nota. Sem isso, o desenvolvedor ajusta o código, o fiscal ajusta o cadastro e o número final mostra só o efeito somado. Quem fecha o mês fica no meio dessa briga.

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Por outro lado, do lado do desenvolvimento, eu trabalharia com um cenário intermediário. Eu separaria, e o bom é, ó, deixar a decisão de regra no cadastro e só a execução no código. Assim o código não muda a cada mudança de imposto, e o fiscal consegue auditar o que está configurado. Mas isso depende de a ferramenta permitir essa separação no seu caso, e eu não tenho como afirmar isso sem verificar no ambiente.

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