Pular para o conteúdo

Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

O que auditar nos acessos e perfis de usuário do GUEPARDO Tax dentro do SAP?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas
0 Visualizações

Direto: a auditoria de TI vai revisar as autorizações do SAP e o time fiscal não sabe dizer quais perfis existem para o GUEPARDO Tax. Sou contadora, estamos em rollout vindo de outro ERP e o fechamento do mês aperta. Tudo que temos veio num e-mail do auditor, e a fonte é, né, só esse e-mail, sem lista nenhuma.

Que lista o fiscal deve levar para a reunião? Peço o inventário de perfis, quem apura, quem aprova a guia? Por onde começo sem inventar regra?


Atualização:

Obrigada, gente. Montei a matriz da Cristina e já apareceu uma pessoa que apura e também lança a guia. Vou tratar isso como achado antes da auditoria. Pergunta de seguimento: o relatório de rota de aprovação do GUEPARDO serve como evidência de quem aprovou?

Avatar
Cancelar

Resumindo o que ficou combinado:

  1. Quem faz o quê: matriz por pessoa com apurar, aprovar e contabilizar a guia, e conferência no SUIM. É o que a auditoria cobra primeiro.
  2. Perfis do add-on: peça a lista à NTT; a documentação que consultamos não a traz.
  3. Consultores: acesso individual e revogado ao fim, com extrato.
  4. Aprovação: teste o relatório /FHG/RP001 num período fechado e confirme a versão.

Veja também a nossa página sobre como o GUEPARDO Tax se encaixa no SAP.

Avatar
Cancelar

Essa dúvida eu peguei, veja, no mês passado. O relatório de rota de aprovação é a transação /FHG/RP001, citada na documentação do ICF e do PCR, disponível a partir da versão 129. A documentação que consultamos não diz que ele cobre as apurações de impostos fora do PCR.

Então confira a versão instalada e teste com um período já fechado: a rota mostra o aprovador? Se sim, anexe o relatório à matriz.

Avatar
Cancelar

Discordo de começar pela lista de perfis. Aqui vai o motivo: lá onde trabalho, ó, o erro comum é o fiscal pedir o perfil e esquecer de descrever o que cada pessoa faz no fechamento. Eu faria uma matriz simples, uma linha por pessoa e três colunas: apura, aprova, contabiliza a guia. Perfil entra depois, como evidência.

A nota de projeto que li diz que perfil virou assunto só da TI e marca a confiança como baixa. Trate como pista, não como regra.

Avatar
Cancelar

Só acrescento, agora, sem querer complicar, o acesso de consultor, que a auditoria costuma olhar:

  1. Liste quem de fora tem acesso a cada ambiente.
  2. Confira que cada conta é individual, sem credencial compartilhada.
  3. Registre a data de revogação ao fim do trabalho.
  4. Guarde o extrato como evidência da checagem.

A nota de projeto sobre isso é escassa e de confiança baixa; use como roteiro de pergunta.

Avatar
Cancelar

Comece pela pergunta que todo auditor faz: a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia? Isso você levanta sem a lista de perfis do add-on. Na prática, olha, a prova é cruzar a atribuição de perfis do SAP (SUIM, ou a tabela AGR_USERS) com os nomes que aparecem na apuração e na guia.

A documentação que consultamos não lista os perfis do GUEPARDO, então peça esse inventário à NTT em vez de deduzir pelo nome das transações.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!