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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

O que fazer quando fiscal e TI discordam sobre quem deve mexer numa regra do GUEPARDO Tax?

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Pessoal, bom dia. Estou na implantação do GUEPARDO Tax em S/4HANA 2023 e uma regra de apuração precisa mudar. A TI quer abrir chamado e seguir o fluxo, o fiscal quer ajustar direto porque é rápido. Meu registro do momento:

  • Pedido de mudança: aberto há duas semanas
  • Status: aguardando decisão
  • Fechamento: na semana que vem

Ano passado, tá, passei por algo parecido e acabamos ajustando direto, sem registro. Quero fazer certo agora. Quem decide e como evitar a briga?


Atualização:

Vou propor os dois caminhos do Bruno com o formulário da Sandra. O pedido que está parado vira o primeiro teste: o fiscal escreve o motivo, a TI diz se é parâmetro ou desenvolvimento, e eu junto o dossiê do Moisés. Se a mudança envolver interpretação tributária, o tributário decide primeiro.

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Resumo do que funcionou:

  1. Papéis: o fiscal e o tributário decidem o conteúdo da regra; a TI executa e prova no ambiente.
  2. Dois caminhos: parâmetro com fluxo curto; desenvolvimento com fluxo completo.
  3. Registro: formulário de uma página e dossiê com data, dono e vínculo com a regra.
  4. Chamado: quando a evidência apontar para o produto, abra o chamado com a NTT com o dossiê anexado.

Para organizar papéis e dono de cada regra, veja a governança fiscal no SAP.

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Discordo de aplicar o mesmo fluxo para tudo. Veja, o risco é travar o fiscal em ajuste pequeno. Eu separaria dois caminhos: parâmetro e configuração, com fluxo curto e registro; desenvolvimento ou alteração de objeto, com fluxo completo. Parametrização antes de desenvolvimento, sempre que der.

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Olhando como auditor, o que interessa é o registro: quem pediu, quem aprovou, quem executou e como ficou antes e depois. Então, batendo o olho, um dossiê com data, dono e vínculo com a regra resolve a maior parte. Sem isso, a mudança pode estar certa e eu ainda assim não consigo provar. Regra mudada sem rastro é o primeiro ponto que aparece no relatório.

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Na sustentação, né, a gente resolveu com um formulário de mudança de uma página: qual regra, quem é o dono, o motivo, o impacto no fechamento e a assinatura do fiscal. Com isso a TI executa em desenvolvimento, o fiscal homologa e só depois vai para produção. O formulário também serve como evidência de auditoria, o que acabou com a conversa de "quem mandou".

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Separe o "o quê" do "como". O conteúdo da regra é do fiscal e do tributário da empresa, e a execução da mudança é de quem tem acesso e processo de transporte para o ambiente. Sem pressa, a briga acaba quando cada lado sabe qual pergunta é dele: o fiscal responde o que deve mudar e por quê, e a TI responde como e quando entra em produção.

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