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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

O que mudar na governança fiscal quando o projeto do GUEPARDO Tax termina e o uso diário começa?

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Primeiro o cenário. Somos uma operação de logística, ainda em ECC 6.0, e o projeto do GUEPARDO Tax acabou há duas semanas. O time do projeto saiu e a operação ficou sem dono formal: ninguém sabe quem aprova uma mudança de parametrização ou quem responde ao auditor.

Como gestor, quero um desenho enxuto de governança para o dia a dia. O que muda do modo projeto para o modo operação?


Atualização:

Muito bom. Se não me engano, pois é, o time do projeto ainda está por perto para tirar dúvidas. Vou pedir o inventário esta semana, definir as cinco regras com dono e agendar a revisão de perfis.

Uma pergunta: o primeiro fechamento depois do projeto deve ter acompanhamento especial?

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Resumindo: do projeto para a operação, a governança muda de plano para dono. Segunda-feira, faça quatro coisas.

  1. Dê um dono a cada regra fiscal crítica.
  2. Recolha o inventário das extensões antes de o time do projeto sair.
  3. Defina a janela de atualização depois das obrigações do mês.
  4. Revise perfis de acesso.

Mais em programa de governança fiscal no SAP. Quem valida o resultado é a empresa, e o primeiro fechamento real é o teste que conta.

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Como todo mundo sabe, pois é, acesso vira assunto de TI e ninguém olha o controle. Um ponto de governança pós-projeto: confira se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia.

No encerramento de um projeto os perfis costumam ficar com excesso de poder, porque foram abertos para a implantação. Faça uma revisão de perfis na primeira semana de operação e feche o que não for necessário.

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Aqui a gente fez de outro jeito, olhando a tela, tá: organizou por calendário. Cada obrigação tem uma janela no mês e um responsável que fecha.

Para atualização de versão a gente trava a janela para depois que as obrigações do mês foram geradas e entregues. Assim a mudança não cai no meio do fechamento, e o dono da janela é sempre o fiscal, não só o time técnico.

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Discordo de que dono por regra basta. O desenho é, tá, mais amplo: sem inventário das extensões próprias, o dono não sabe o que ele possui.

Extensão Z em torno do fiscal é a parte que mais quebra na atualização. Peça ao time do projeto, antes de ele sair de vez, a lista de tudo que foi desenvolvido, com objetivo e o que cada item assume do produto.

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Mude o dono: no projeto o dono era o plano, na operação o dono é cada regra.

Batendo o olho, é só isto: dono por regra fiscal, um dossiê com data, dono e vínculo com a regra, e o período de guarda definido com o jurídico. Comece pelas cinco regras que mais geram chamado e dê nome a cada responsável.

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