A pergunta é simples: depois da implantação, a empresa ainda trata o GUEPARDO Tax como projeto temporário. O diretor fiscal quer saber o que ganha ao tratar a operação como processo. Trabalho com MM, hoje em S/4HANA, e o que vejo é que o time volta à rotina antiga e o sistema vira caixa-preta. O risco é, pois é, descobrirmos isso no próximo fechamento. Perguntas:
- qual é o ganho concreto para o diretor;
- o que muda no dia a dia;
- por onde começar.
Atualização:
Concordo com a ressalva. O ganho existe se houver gente, agenda e indicador. O que levo ao diretor: agenda com responsável, rotina de atualização com janela, inventário das extensões e recorrência de chamado. Pergunta de seguimento: qual desses quatro vale começar primeiro?
Atualização:
Atualizando: começamos pelo inventário das extensões, porque é o que não depende de ninguém de fora. Em dois dias a lista estava pronta, com vários itens sem dono. Isso já bastou para mostrar ao diretor que a operação precisa de processo.