Pular para o conteúdo

Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

O que um C-level precisa saber do GUEPARDO Tax sem entrar em tela e campo?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas
0 Visualizações

Sei que deve ser básico, porém: o CIO pediu uma página só sobre o GUEPARDO Tax, sem tela, sem campo e sem transação. Ele quer saber que decisões cabem a ele, que riscos existem e de que ele depende. Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado, quando ninguém soube explicar a diferença para a diretoria. Então, o problema é que eu só sei explicar o produto em detalhe técnico. O que cabe nessa página?


Atualização:

Obrigado, gente. Vou montar a página com os quatro blocos e pôr os dois dados do fechamento ao lado. Uma dúvida de seguimento: o CIO precisa ver isso todo mês ou só quando houver atualização de versão?

Avatar
Cancelar

Para um CIO, uma página com quatro blocos resolve: o que o produto faz, o que não faz, de quem depende e o que ele decide. Resumo da conversa:

  1. Escopo: complemento do SAP, com limites claros.
  2. Números: prazo das obrigações e divergências em aberto.
  3. Prontidão em três frentes: SAP, produto e dado.
  4. Atualização de versão como decisão de calendário.

Veja também o panorama do GUEPARDO Tax.

Avatar
Cancelar

Me desculpem a pergunta, mas pelo lado de MM vale registrar: atualização de versão é decisão de risco e de calendário fiscal, não só de Basis. O material que temos recomenda janela depois que as obrigações do mês estiverem geradas e entregues, na ordem desenvolvimento, homologação e produção, com regressão comparando com períodos fechados. Então o CIO acompanha no ciclo mensal e, além disso, a cada atualização.

Avatar
Cancelar

Sem enrolar: discordo de tirar todo o número. O CIO precisa de dois dados do próprio ambiente, não de texto do produto: se as obrigações do mês saíram no prazo e quantas divergências entre fiscal e contábil seguem abertas. Trabalho há 20 anos com fiscal e hoje estou no S/4HANA 2021, e página sem dado vira discurso. Agora, o bom é que os dois já existem no fechamento. O material que temos diz que fiscal e contábil não fecham no mesmo valor todo mês e que a área gasta dias em planilha para explicar a diferença.

Avatar
Cancelar

Só pra alinhar o que falta, em lista:

  1. Decisão do CIO: quem aprova mudança de regra e quando.
  2. Dependência: a prontidão do SAP, a do produto e a do dado são três coisas separadas.
  3. Risco: o que acontece se a atualização de versão cair no meio do fechamento.

Sobre a segunda, o material que temos separa justamente SAP, produto fiscal (notas técnicas da NTT) e dado. Cheguei do e-commerce há pouco e foi essa separação que mais me ajudou a explicar para a diretoria.

Avatar
Cancelar

E aí, pessoal. Quatro blocos bastam: o que o produto faz, o que não faz, de quem depende e o que o CIO decide. Segundo a documentação da NTT, ele é instalado como add-on dentro do SAP e complementa as apurações do menu padrão, com relatórios de conciliação. Veja, saindo um pouco do tema: o material que temos também registra que o produto não define estratégia tributária nem corrige dado mestre ruim. Isso já tira do CIO a ideia de que o sistema resolve sozinho.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!