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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Quando abrir chamado para a NTT sobre o GUEPARDO Tax e quando não?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Pergunta objetiva: muitos chamados que abrimos acabam em dado de origem ou em configuração nossa, e voltam sem solução do produto. Perdemos dias nisso. Estamos em S/4HANA 2021, com o GUEPARDO Tax rodando e uma equipe pequena.

Em todo caso, viu, queremos um filtro de poucas perguntas antes de abrir o caso, para só ir à NTT quando fizer sentido. Quais perguntas vocês usam?


Atualização:

Muito bom. Vou adotar a ficha com cinco campos e o limite de um dia útil para triagem, e começar a registrar a causa de cada caso fechado em planilha simples. Segunda-feira reviso os últimos chamados e classifico cada um em dado, configuração ou produto, para ver o tamanho do problema antes de mudar o processo.

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Abra chamado para a NTT quando a evidência aponta para o produto: dado de origem correto, configuração revisada por outra pessoa e problema reproduzido em outro documento. Caso contrário, o caso é interno.

  1. Compare documentos do SAP com os da apuração do período.
  2. Preencha a ficha: exemplo, esperado, obtido, descartado, quem confirmou.
  3. Limite a triagem a um dia útil; passou disso sem causa interna, abra com a ficha anexa.
  4. Registre a causa de cada caso fechado e revise por trimestre.

O tempo de resposta da NTT o material que temos não afirma; confirme com a NTT. Estrutura de atendimento em estabilização após o go-live.

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Veja, sem rodeio: guardem a causa de cada caso encerrado. Depois de um trimestre, contem quantos terminaram em dado, em configuração e em produto. Isso diz onde investir, treinamento ou revisão de cadastro, e dá base para conversa com a NTT.

Outro ponto: cada atualização de versão pede nova rodada de teste antes de dizer que um erro é do produto, porque o comportamento pode ter mudado. O material de projeto trata a análise de impacto de atualização como parte da sustentação.

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Olha, a dúvida é como registrar o caso. Uma alternativa ao filtro mental é uma ficha obrigatória antes de abrir: documento de exemplo, resultado esperado, resultado obtido, o que já foi descartado e quem confirmou. Sem a ficha preenchida, não abre.

Ela serve de evidência para a NTT e de histórico para você. Se a ficha mostra que o esperado vem de uma regra tributária, o caso pode nem ser defeito: o material lembra que o produto não define estratégia tributária nem corrige dado mestre ruim.

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Calma lá, viu: o filtro não pode virar fila. Se o erro persiste com dado limpo e configuração revisada, abra já, mesmo sem entender toda a causa. Esperar entender tudo atrasa o fechamento.

Minha regra: filtro de no máximo um dia útil, com a ficha preenchida. Passou disso sem causa interna comprovada, o chamado sai com o que existe e a ficha vai anexada. O prazo da NTT não conheço; o material que temos não afirma, então confirme direto com eles.

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Abra o chamado quando você consegue reproduzir o problema com dado limpo e a configuração conferida. Na minha rotina, viu, o filtro tem três perguntas: o documento de origem está correto no SAP? A configuração foi revisada por alguém que não é quem configurou? Dá para reproduzir em outro documento ou em ambiente de qualidade?

Se alguma resposta for não, o caso ainda é interno. O material descreve que a abertura de chamado no canal oficial da NTT ocorre quando a evidência aponta para o produto, e a correção de defeito é da NTT.

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Em campo, viu, o mais comum que vejo é a origem. A documentação lida cita pré-requisitos, como notas de serviço de entrada registradas pela MIRO ou por fatura em FI e a busca de documentos bem configurada para não faltar documento.

Então a primeira checagem é a ausência: o documento que você espera na apuração existe no SAP, com o status certo, e entrou na busca? Compare a contagem de documentos do SAP com os da apuração do mesmo período. Se faltam documentos, o problema quase nunca é o cálculo.

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