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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Que evidência anexar ao abrir chamado de divergência do GUEPARDO Tax?

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Contexto rápido primeiro: sou consultor SD, em um projeto de migração de outro ERP para SAP, e acompanho o fiscal por empréstimo. Um lembrete, ó: não sou especialista do produto.

Os chamados que abrimos sobre divergência de apuração voltam sempre pedindo mais dados, e cada ida e volta consome uma semana. Quero a lista mínima de evidências para a primeira abertura, de modo que o chamado já nasça completo.

O que vocês anexam sempre?


Atualização:

Obrigado. A Natália mudou meu raciocínio: vou reproduzir primeiro em qualidade e só depois abrir. Montei a lista da Patrícia como modelo de chamado, com o número da apuração oficial que o Murilo lembrou. Uma dúvida: quando o ambiente de qualidade não é cópia recente da produção, vocês aceitam o resultado como prova de que é o produto?


Atualização:

Retorno depois de uma semana: reproduzi o caso em qualidade com a cópia mais recente e a divergência apareceu também ali, então abri o chamado com o modelo completo. A primeira resposta veio sem pedir dado extra. Ainda não sei se o defeito é do produto ou da nossa parametrização, mas pelo menos a conversa começou no ponto certo.

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Fechando a conversa, o que levar para a próxima abertura:

  1. Antes de abrir: reproduza o caso em qualidade com dado limpo. Só o que aponta para o produto segue ao canal da NTT.
  2. Anexos: ambiente, versão instalada, tributo, empresa, período, número da apuração oficial, documento de origem, valor esperado e obtido, e os passos para repetir.
  3. Versão: o material que temos não traz a versão atual nem política de suporte por versão. Anote a instalada e confirme com a NTT como obtê-la.
  4. Comparação: o período que fechou certo ao lado do período com divergência.

Para estruturar a rotina de chamados depois do go-live, veja sustentação fiscal na estabilização pós go-live.

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Uma dica de colega, e uma discordância: não abra o chamado antes de classificar a causa. O que o material de projeto descreve é que a divergência pode ser de configuração, de dado ou de produto, e só a última é do canal da NTT.

  1. Reproduza o caso no ambiente de qualidade, com um documento simples.
  2. Se reproduz com dado limpo, a evidência aponta para o produto.
  3. Se só ocorre em produção, olhe dado e configuração primeiro.
  4. Cuide do ambiente de qualidade: se a transmissão não está configurada, parte do fluxo não é testada.

Chamado de configuração mal classificado só gera a ida e volta que você quer evitar.

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Na real, tá, o item mais esquecido é a versão. O material que temos não traz a versão atual do produto, nem matriz de compatibilidade com o release SAP, nem política de suporte por versão. Então não dá para adivinhar.

Passo: abra o ambiente, anote a versão instalada e o último pacote aplicado, e coloque no chamado. Se a versão não estiver à vista, confirme com a NTT como obtê-la. E anexe o arquivo ou relatório exportado, não imagem solta de tela: a NTT precisa abrir o dado, não adivinhar o que o print omitiu.

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E aí, na virada do ano a gente aprendeu mais um: diga qual apuração. Segundo a documentação da NTT para PIS e COFINS, é permitido ter várias apurações para o mesmo período e empresa, e só uma é a oficial. Se o chamado não diz qual, a NTT pode olhar a errada e responder que está tudo certo.

Anexe também a evidência do período anterior que fechou certo. Sem base de comparação, algo que funcionava deixa de funcionar e ninguém sabe quando começou. Duas colunas bastam: o mês bom e o mês com divergência.

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O chamado nasce completo quando responde cinco perguntas: onde, quando, o quê, quanto e como reproduzir. Colocando no papel, ó, minha lista mínima:

  1. Ambiente (qualidade ou produção) e a versão do produto instalada.
  2. Tributo, empresa, período e o número da apuração.
  3. Documento de origem: número e chave da nota.
  4. Valor esperado, valor obtido e a conta que levou ao esperado.
  5. Passos para reproduzir, em ordem, com o usuário e a data.

Antes de enviar, confirme que a evidência aponta para o produto. A abertura vai ao canal oficial da NTT só quando é isso que o dado mostra, como aparece no material de sustentação que consultamos.

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