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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Quem é dono da regra fiscal depois da implantação do GUEPARDO Tax: TI, fiscal ou consultoria?

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Resumo da dúvida:

  1. o go-live passou e tudo estava estável;
  2. semanas depois, a regra de apuração mudou por pedido verbal;
  3. ninguém registrou quem pediu, quem fez e quando.

Então, a verdade é que acabei de assumir a área, vindo de agro, e agora ninguém sabe a quem perguntar. Como definir dono, revisão e registro de mudança para a parametrização do GUEPARDO Tax?


Atualização:

Obrigada a todos. Vou propor a tabela de regra com dono do lado fiscal, execução da TI e registro de cada pedido. Já deu para ver que a decisão sobre o que a regra faz fica com o cliente, e que a consultoria só configura e prova. Uma dúvida: o registro precisa guardar o antes e o depois da regra, ou só quem pediu?

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Resumindo: dono da regra é do cliente, e a TI e a consultoria executam. Para a segunda-feira:

  1. liste as regras de apuração do GUEPARDO Tax e atribua um dono fiscal a cada uma, com data da última revisão;
  2. crie um registro de mudança com pedido, aprovador, tipo (defeito do produto, parametrização ou extensão) e teste que provou;
  3. proíba mudança sem linha no registro;
  4. mantenha o inventário de extensões Z.

A decisão tributária por trás de cada regra é do cliente. Mais sobre o desenho em programa de governança fiscal no SAP.

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Direto: falta o lado técnico. Segundo o que li, viu, extensão Z em torno do fiscal é a parte que mais quebra na atualização.

  • mantenha um inventário vivo, com dono e objetivo;
  • exija análise de impacto antes da mudança e regressão depois;
  • prefira parametrização antes de desenvolvimento.

Sem isso, o registro de mudança existe e a quebra continua.

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Perdoem a ignorância, mas discordo de um ponto: dono da regra fiscal não pode ser decidido só pela estrutura. O material que temos diz que o produto não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança. Veja, em resumo, se o dono for a TI, a decisão tributária fica sem ninguém; a decisão de enquadramento é do cliente, então o dono precisa estar no lado fiscal ou tributário.

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Saudações, pessoal. Aqui fizemos um quadro simples, sem ferramenta nova: uma planilha por regra, com dono, última revisão e responsável pela execução. Agora, batendo o olho, qualquer pedido verbal vira uma linha antes de alguém mexer. Pedido sem linha, a TI não executa. Isso é prática nossa, não exigência do produto, e depende do apoio da diretoria para funcionar.

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Veja bem, tá: acrescento a separação de papéis, porque é onde a conversa trava. Segundo o que está registrado, a manutenção da licença e a correção de defeitos do produto são da NTT, e a sustentação sobre a licença é outro papel. Então três perguntas no registro de cada mudança:

  1. é defeito do produto, parametrização ou extensão própria?
  2. quem pediu e quem aprovou?
  3. qual teste provou a mudança?
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Sei que isso é básico, mas como auditor interno eu começaria pela regra, não pela pessoa: toda regra fiscal tem um dono do lado do cliente. O dossiê de governança do cliente descreve isso como dono por regra, com data e vínculo à regra, e período de guarda definido com o jurídico. Pra fechar, pois é, a TI e a consultoria executam; quem responde pela regra é o dono que o cliente nomeou.

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