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Fóruns / GUEPARDO Tax: governança fiscal, papéis e dono da regra

Três origens de um resultado inesperado no GUEPARDO Tax: dado, regra ou código?

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Olá a todos. Trabalho há 2 anos com fiscal e hoje estou no ECC 6.0, em migração. A apuração de um imposto de um estabelecimento saiu diferente do que a área esperava, e estamos em cima do fechamento. Já me disseram que a causa só pode estar em um de três lugares:

  1. dado de origem, ou seja, o documento que entrou;
  2. regra parametrizada;
  3. extensão própria, código Z.

Voltando ao ponto, viu: por onde eu começo, e que prova guardo em cada frente para não repetir o trabalho amanhã?


Atualização:

Obrigada, gente. Usei a planilha do Valter com o documento mais gritante, e a diferença apareceu na coluna do dado: a retenção tinha sido lançada direto na contabilidade, então estava no razão e ficou fora da base. Ainda não sei se foi digitação de uma pessoa ou um caminho que se repete. Como separo erro pontual de usuário de um caminho de lançamento que volta todo mês?

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Resposta curta: comece pelo dado de origem, depois pela regra, e olhe o código próprio primeiro só se algo foi transportado ou atualizado desde o último fechamento certo.

  1. Dado: um documento que diverge, com o valor gravado, o valor na base da apuração e o valor no resultado.
  2. Regra: no módulo de PIS e Cofins, segundo a documentação da NTT, uma apuração de teste pode correr ao lado da oficial. Para os demais impostos, isso não está coberto no que consultamos; confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  3. Código: lista de objetos Z com dono e data de transporte.
  4. Padrão: caso isolado aponta usuário, repetição todo mês aponta processo.

Para montar o fechamento nessa ordem, veja a página sobre apuração de impostos no SAP.

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Discordo em um ponto: a ordem fixa dado, regra e código só serve se nada mudou no ambiente. Se houve transporte ou atualização de versão antes do fechamento, eu começaria pelo código próprio, porque nas notas de projeto as extensões Z em torno do fiscal são a parte que mais quebra na atualização. A regra é olhar primeiro o que mudou desde o último fechamento que fechou certo, e só depois seguir a ordem de livro.

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Como estamos hoje: acabei de chegar da área de farma e prefiro isolar a regra antes de abrir documento. Segundo a documentação da NTT para o módulo de PIS e Cofins, é permitido ter várias apurações para o mesmo período e empresa, e só uma é a oficial. Então crio uma apuração de teste, com outra configuração, e comparo com a oficial. No ambiente de qualidade, né, essa cópia aceita mexida sem risco. Se o resultado muda quando só a configuração muda, a regra pesa na diferença. Para outros impostos, a documentação que li não afirma que exista esse recurso.

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Primeiro o cenário: passamos por isso no fechamento do mês passado. Somo uma coisa que organiza as três frentes, uma planilha de triagem com uma linha por documento e três colunas de prova:

  • dado: número do documento, campo conferido e valor gravado;
  • regra: código de configuração usado e quem alterou por último;
  • extensão: objeto Z que toca aquele imposto e data do último transporte.

Olha, que eu saiba, o que atrasa é a terceira coluna, porque quase ninguém tem a lista de objetos Z. Se vocês não têm, essa lista é a primeira entrega.

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Me corrijam se eu estiver errado: eu começaria pelo dado de origem, porque é a frente mais barata de provar. Pegue um único documento que diverge e compare três pontos: o que o documento original gravou, o que entrou na base da apuração e o que aparece no resultado. Nas notas de projeto que li, quando a retenção não bate, a causa raramente está no módulo de apuração e costuma estar na origem. Em resumo, é documento primeiro, parâmetro depois, código por último. Anote o número do documento e o valor em cada ponto.

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