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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como decidir se uma regra própria no GUEPARDO Tax é necessária ou se o padrão atende?

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Começo pelo básico do projeto: sou consultora de FI, não do fiscal, e peço desculpa se a dúvida for básica. A área fiscal pressiona por regra própria no GUEPARDO Tax para casos que o padrão supostamente não cobre, e o gestor quer um critério para decidir se ela é necessária e um jeito de registrar o custo de mantê-la depois. E aí, como vimos nos últimos projetos, cada pedido chega com urgência. Rodamos S/4HANA 2023. Que critério e que registro vocês usam?


Atualização:

Obrigada, gente. Vou aplicar as duas perguntas do Nelson e a ficha da Natália no backlog de pedidos desta semana. Pergunta de seguimento: e a regra própria que já está em produção sem ficha? Faço a ficha retroativa agora ou espero a próxima atualização para revisar?

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Regra própria só nasce quando o padrão falha e alguém assina o custo de mantê-la. Resumindo o critério:

  1. Primeiro filtro: a necessidade cabe em configuração? Então encerra o pedido.
  2. Segundo filtro: o produto prevê um gancho para isso? Use o gancho, sem mexer no padrão.
  3. Registro do custo: uma ficha por regra, com solicitante, dor, objeto, responsável, teste e revisão.
  4. Exceção: o gestor aprova a ficha quando o padrão realmente não cobre, como a natureza da receita sem NCM.

Regra já em produção ganha análise de impacto e regressão. A cobertura do padrão a base que consultamos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Veja clean core fiscal no S/4HANA.

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Foi mal a pergunta, mas discordo de tratar toda regra própria como custo a evitar. Agora, como se diz, existem casos em que o padrão não resolve: o material cita que a natureza da receita, sem determinação por NCM, exige desenvolvimento por BAdI. Aí a regra própria é necessária, e o gestor aprova com a ficha e o teste de regressão. O critério é o mesmo, só que a resposta pode ser sim. Para a regra antiga em produção, faça análise de impacto antes e regressão depois.

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Me corrijam se eu estiver errada: outra forma é usar um ponto de extensão do produto em vez de objeto novo. A documentação da NTT cita, por exemplo, BAdI para incluir ou alterar registros da ECD (/FHG/BADI_ECD) e para o preenchimento das fichas da ECF (/FHG/BADI_ECF_FICHAS). Veja, pelo meu histórico, ponto de extensão custa menos na atualização do que alterar objeto padrão, mas isso é julgamento meu, não está no material. Só vale onde o ponto existir.

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Pessoal, bom dia. O critério em uma linha vem da regra de decisão das notas de projeto: parametrização antes de desenvolvimento, e ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão. E aí, no go-live, usamos duas perguntas por pedido:

  1. Dá para resolver por parametrização? Se sim, não é regra própria.
  2. Se não dá, o produto prevê ponto de extensão para isso? Só então se desenvolve.

O que o padrão cobre em cada obrigação o material que temos não lista; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Deixa eu montar o quadro do custo. No meu projeto, cada regra própria ganhou uma ficha de uma página: quem pediu, qual dor resolve, qual objeto toca, quem mantém, qual teste de regressão a cobre e quando revisar. Segundo as notas de projeto, extensão em torno do fiscal é o que mais quebra na atualização, então a ficha também diz o que a regra assume do produto. Sem ficha preenchida, o pedido não entra na fila.

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