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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como evitar que a customização no SAP atrapalhe a atualização do GUEPARDO Tax?

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Situação atual: temos desenvolvimentos próprios que tocam tabelas de imposto, e a empresa teme que a atualização do GUEPARDO Tax quebre algo. Sou key user fiscal, não do fiscal puro, e peço desculpa se for básico, mas sem querer complicar, viu, ninguém aqui sabe listar quais desenvolvimentos existem.

O que fazer antes da atualização para reduzir o risco? Como saber quais customizações são perigosas?


Atualização:

Obrigado a todos. Vou fazer inventário, classificar por ponto de extensão e montar a linha de base com um período fechado. Sem querer complicar, viu: alguém sabe onde ver o que cada atualização do GUEPARDO Tax altera, para eu saber o que regredir primeiro?

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Resumindo a conversa:

  1. Inventário: cada rotina própria com dono, objetivo e o que assume do produto.
  2. Classificação: ponto de extensão previsto é mais seguro; escrita direta em tabela de imposto é o caso de maior risco. Parametrização antes de desenvolvimento.
  3. Linha de base: um período fechado, resultados guardados, repetidos em homologação depois da atualização.
  4. Janela e validação: depois das obrigações entregues, ordem desenvolvimento, homologação e produção, validação pelo cliente e primeiro fechamento como prova.

Sobre o que cada atualização altera: a documentação disponível não afirma isso; confirme com a NTT ou teste no ambiente, comparando com a linha de base. Para planejar a atualização, veja atualização de release do GUEPARDO Tax.

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Cenário e dúvida de controller: janela e validação. Bem, e olha que muita gente esquece, atualize só depois de as obrigações do mês estarem geradas e entregues. A ordem é desenvolvimento, homologação e produção, e quem valida é o cliente, porque teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa. O primeiro fechamento real depois da atualização é o teste que conta.

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Sem enrolar: discordo de descontinuar rotina sem estudo. Bem, a ideia é mapear primeiro o que cada uma assume do produto, quem é o dono e qual é o objetivo. Remover um Z que fazia uma validação silenciosa causa quebra que ninguém previu. Ordem segura: dono e objetivo, depois regressão com a rotina ligada e desligada, e só então a decisão de remover. A decisão fica com o negócio.

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Bom dia, galera. Outra frente: reduzir o que existe. E aí, vou direto: para cada rotina pergunte se a parametrização resolve, porque parametrização vem antes de desenvolvimento. Rotina que virou desnecessária sai do inventário. Quanto menos código próprio no caminho do imposto, menos coisa para regressão checar e menos coisa para quebrar na atualização.

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Perdoem a ignorância, mas o que me ajudou foi montar uma linha de base. Bem, o plano é: escolher um período já fechado, guardar os resultados (apuração e arquivo) e, depois da atualização no ambiente de homologação, rodar de novo com os mesmos documentos e comparar. Qualquer diferença aponta para uma extensão ou para o próprio produto, e você descobre isso antes de produção, não no fechamento.

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Direto ao ponto: faça o inventário e classifique cada rotina própria. Pergunta central: ela ocupa um ponto de extensão previsto ou altera objeto ou tabela padrão? Segundo a documentação da NTT, a natureza da receita no PIS/COFINS exige desenvolvimento via BAdI, ou seja, esse caminho é previsto. Escrever direto em tabela de imposto é o caso mais arriscado. O curioso é, tá, que o risco depende mais de onde a rotina entra do que do tamanho dela.

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