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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como fazer a carga inicial de dados históricos no GUEPARDO Tax e conferir o resultado?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Cenário e dúvida: sou consultor MM, não sou do fiscal, e peço desculpa se for básico. Estamos no ECC 6.0 e vamos ligar o GUEPARDO Tax. O saldo inicial de apuração precisa vir do sistema anterior, e meu cliente quer um método de conferência por tributo, não um "confia que está certo".

Qual é o caminho para carregar o histórico e como provo que o saldo carregado bate? Já passei por situação parecida no fechamento do mês passado com outra carga e a conta é, pois é, sempre a mesma: ninguém sabe dizer qual tributo está errado quando o total não fecha.


Atualização:

Obrigada, gente. Vou montar a conferência de três números por tributo e carregar por competência, como a Viviane sugeriu. Pergunta de seguimento: se um tributo fechar e outro não, vale liberar o que fechou ou o certo é segurar a carga inteira até o último bater?

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Saldo inicial só vale com prova, tributo por tributo. Dá para organizar assim.

  • No PIS e na COFINS, a NTT documenta lançamento manual de crédito anterior ao produto na /FHG/APC05; para outros tributos, o que temos de documentação não afirma rotina de carga, então confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  • Três saldos iguais: sistema anterior, produto, razão.
  • Depois, paralelo com exercício entregue e amostra de documentos reais.
  • Fechamento real com responsável combinado.

Detalhes da virada estão em cutover fiscal no S/4HANA.

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Bom dia a todos. Minha opinião é que o teste final continua sendo o primeiro fechamento. As notas de projeto registram o projeto que passa em todos os testes e, no primeiro fechamento, mostra diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza. Então reserve o primeiro fechamento real como etapa de validação, com o fiscal e o contábil sentados juntos, e deixe combinado antes quem assina que o saldo está aceito. Sem esse acordo prévio, a discussão sobre a carga vira briga depois.

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Perdoem a ignorância, mas discordo de carregar tudo de uma vez. Veja, o teste é o período: as notas de projeto apontam crédito extemporâneo lançado no período errado como problema recorrente, e crédito que não nasce na nota, levantado e lançado à mão. Carga histórica em massa pode empurrar crédito para a competência errada sem ninguém notar. Eu carregaria por competência, conferindo cada uma antes da próxima, mesmo que demore mais. Decisão de quais créditos entram e em que mês é do tributário do cliente, não da carga.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Veja, o segredo é outro ângulo, que uso como auditor: amostra de documentos reais. Escolha dez documentos por tributo, de períodos diferentes, e siga cada um do documento até o saldo. As notas de projeto dizem para provar com documento real, não só com total. Total pode fechar por compensação de erros; documento não esconde. É prática de auditoria, não regra do sistema, e vale como segunda camada depois da conferência de saldo.

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Objetivamente: o que o material descreve é pontual, não uma carga geral. Para PIS e COFINS, segundo a documentação da NTT, créditos extemporâneos anteriores ao controle do GUEPARDO são lançados manualmente na transação /FHG/APC05. O que temos de documentação não afirma uma rotina de carga de saldo histórico para os demais tributos; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

O método de conferência não depende disso. Por tributo, contando nos dedos, viu:

  1. saldo no sistema anterior;
  2. saldo carregado no GUEPARDO Tax;
  3. saldo da conta no razão.

Três números iguais, tributo fechado.

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Antes da pergunta, o contexto: e aí, olhando a tela, a conferência por saldo só prova que o ponto de partida bate. Falta provar o movimento. Faça o paralelo contra um exercício já entregue: rode a apuração do período antigo no produto e compare com o que foi entregue ao fisco. As notas de projeto descrevem justamente esse paralelo e o acompanhamento da primeira apuração real. Se o primeiro mês real fechar igual ao paralelo, o saldo inicial deixa de ser a suspeita número um.

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