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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como integrar o GUEPARDO Tax com o SAP DRC sem duplicar documento fiscal?

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Estamos em implantação no S/4HANA 2021. A emissão fica no SAP DRC e a apuração vai ser feita no GUEPARDO Tax. Meu medo é o mesmo documento entrar duas vezes na apuração, uma pela nota original e outra por reprocesso, cancelamento ou reenvio.

Passei por situação parecida no fechamento do mês passado, com outro relatório, e levamos dois dias para achar a nota repetida. Antes de fechar o desenho: qual controle vocês usam para garantir que cada documento conta uma vez só? Existe alguma regra de unicidade que eu deva conferir ou isso é com a gente?


Atualização:

Obrigada, gente. Em resumo, vou montar três coisas: a tabela de identificadores dos dois lados, o relatório de diferença por chave e o teste da nota reenviada de propósito.

Pergunta de seguimento para o Eduardo: esse teste do reenvio vale rodar na qualidade já com volume real ou basta um lote pequeno?


Atualização:

Fechando minha parte: o roteiro ficou com 20 documentos reais, incluindo um cancelado e uma devolução. Vou rodar na quinta e volto aqui com o resultado, sem afirmar nada antes de ver a diferença nos dois sentidos. Se alguém já passou por duplicidade por reenvio, conta qual foi a chave que denunciou.

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Resumindo, em três passos:

  1. Chave comum: defina o identificador do documento que os dois lados guardam e confira em 20 documentos reais.
  2. Reconciliação: por período e por situação, nos dois sentidos. Chave repetida é duplicidade, chave ausente é furo.
  3. Teste de repetição: reenvie uma nota de propósito no ambiente de testes e registre o resultado.

O conteúdo que temos em mãos não afirma como o GUEPARDO Tax e o SAP DRC se conectam. Confirme com a NTT ou teste no ambiente antes de desenhar. Detalhe sobre o fluxo de documentos eletrônicos em documentos fiscais eletrônicos no SAP.

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Agora, dito isso, discordo de que chave única resolva sozinha. O mesmo documento pode aparecer legitimamente em dois períodos, por exemplo a nota num mês e o evento de cancelamento no outro. Contar uma vez por período é regra que alguém precisa decidir.

Segundo a NTT, o produto opera sobre uma única base de apuração e usa pré-validação para achar inconformidades antes da entrega. O material que temos não afirma que essa pré-validação detecta documento repetido. Teste no ambiente: reenvie uma nota de propósito e veja o que acontece.

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Sou ABAP, não sou do fiscal, então desculpa se for básico. Mas do lado técnico dá para provar sem opinião: extraia do lado da emissão os documentos autorizados do período, com Docnum e chave de acesso. Extraia do lado da apuração a lista do mesmo período. Agrupe por chave e conte.

Chave com mais de uma linha é duplicidade. Chave em um lado só é furo. Meu palpite, viu, é que esse relatório de diferença vale mais que qualquer desenho de interface.

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E aí, o risco é o documento que muda de situação: cancelado, inutilizado, complementar, devolução. Mesma nota, estados diferentes.

Escreva num papel qual situação entra na apuração e qual não entra. Devolução é outro documento, com número próprio, e a regra precisa dizer isso para ninguém tratar como repetição. Depois rode o relatório do Gustavo separando por situação.

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Unicidade você prova com reconciliação, não presume. Meu palpite, pois é, que o começo é escolher uma chave única do documento e usá-la dos dois lados.

Segundo a documentação da NTT, na apuração de entradas da Reinf a nota é identificada pelo Docnum gerado na MIRO. Isso é tela de outro módulo. O material que temos não explica a relação do produto com o SAP DRC, então o primeiro passo é pegar 20 documentos reais e anotar qual identificador cada lado guarda.

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