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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como inventariar e dar dono a cada extensão Z que toca o GUEPARDO Tax?

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Pra dar o contexto: acabei de assumir a área, vindo de alimentos, e descobrimos várias extensões Z em torno da apuração fiscal ao redor do GUEPARDO Tax. Ninguém sabe quem as mantém nem o que cada uma faz, e o detalhe é que, pois é, nem a lista existe. Estamos migrando de outro ERP para SAP, então o terreno ainda muda. O gestor quer inventário, dono e teste de regressão. Por onde eu começo e o que cada linha do inventário precisa ter?


Atualização:

Obrigado a todos. Vou começar pela planilha com as cinco colunas do Bruno, o rótulo da Mariana e a comparação em mês fechado da Cristina para as candidatas a sair. Pergunta de seguimento: quando o desenvolvedor original já saiu da empresa, quem assume como dono, a área fiscal ou a TI?

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O caminho curto é este: inventário com dono, filtro de parametrização e regressão sobre período fechado. Resumindo:

  1. Inventário: objeto, dono, objetivo, o que assume do produto, último teste.
  2. Dono: linha sem dono vai ao gestor para decisão, com prazo.
  3. Filtro: parametrização antes de desenvolvimento; ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão.
  4. Regressão: análise de impacto antes de mexer e comparação com mês fechado depois.

O que o produto cobre de cada regra a documentação disponível não afirma: confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para o desenho, veja ABAP e customização fiscal no SAP.

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Vamos ao que interessa: discordo de eliminar uma extensão só porque cabe em parametrização. A documentação do produto que temos não afirma que o GUEPARDO Tax cobre cada regra que uma extensão Z hoje implementa. Resumindo, antes de desligar:

  1. rode a extensão e o padrão sobre o mesmo mês fechado;
  2. liste as diferenças documento a documento;
  3. desligue só se o fiscal explicar e aprovar cada diferença.

Na dúvida sobre o que o produto cobre, confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Me corrijam se eu estiver errada: pelas notas de projeto, a regra de decisão é parametrização antes de desenvolvimento, e ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão. Olha, na minha área, isso virou um filtro. Cada linha do inventário recebe a pergunta 'poderia ser parametrização?', com sim ou não. As que sim entram na fila para eliminar, porque extensão em torno do fiscal é o que mais quebra na atualização. No teste de regressão, cada linha aponta um cenário com documento real e o resultado esperado.

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Pergunta objetiva, resposta idem: comece por um inventário vivo, com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto. Trabalho há 12 anos com fiscal em ECC 6.0 e uso estas colunas:

  1. nome do objeto e onde roda;
  2. dono nomeado;
  3. objetivo em uma frase;
  4. o que assume do produto (tabela, campo, ponto de extensão);
  5. último teste e data.

Em todo caso, viu, o inventário nasce incompleto: marque a linha como sem dono e cobre a decisão do gestor.

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