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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como medir a performance de uma apuração pesada no GUEPARDO Tax em volumes grandes?

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Direto ao ponto: no fechamento, a apuração do GUEPARDO Tax de uma empresa com milhões de itens demora horas, aqui no RISE with SAP. Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado, e a lição é, ó, que pedir ajuste ao suporte sem medir antes não leva a lugar nenhum. Quero levar um dado concreto: o gargalo está na leitura da base SAP, no processamento do próprio GUEPARDO ou em outro job que roda junto? Como vocês medem isso sem parar o fechamento?


Atualização:

Boa, Paulo. Fui atrás do tempo do fechamento anterior e achei registro só do último mês, o que já é um começo. O ambiente de qualidade aqui tem volume muito menor, então não reproduz o problema. Pergunta: como vocês testam volume grande sem copiar dado de produção?

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Fechando a conversa: a lentidão só vira pedido útil ao suporte quando vem com número do seu ambiente. Sobre desempenho, o material que temos é omisso, sem dado de volume suportado ou de janela, então ninguém deve prometer prazo com base nele.

O caminho que sobrou da discussão é guardar cada execução com período, variante e horários, comparar com o fechamento anterior para saber se piorou, olhar o trace padrão e só então abrir chamado no canal da NTT, anexando tudo. Qual tempo é aceitável depende do calendário fiscal de cada empresa e não foi conferido aqui. Para estruturar um diagnóstico do ambiente fiscal, veja diagnóstico fiscal no SAP.

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Objetivamente: com o registro de tempos e o trace em mãos, monte um pacote para o suporte, e não apenas a frase que está lento. No meu projeto, tá, o chamado andou quando levamos período, volume, variante, horários e o trecho do trace. A ficha descreve que o AMS Fiscal inclui a documentação de cada atendimento e a abertura de chamado no canal oficial da NTT quando a evidência aponta para o produto. Evidência primeiro, chamado depois.

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Desculpa incomodar com isto, mas discordo da ordem. No meu projeto, pois é, o trace sozinho não diz se piorou ou se sempre foi assim. Comece comparando com o fechamento anterior, porque a ficha trata como teste que conta a regressão comparando com evidência de períodos fechados, e o primeiro fechamento real depois de uma mudança. Sem essa referência, o trace vira uma foto sem comparação.

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O material que temos não traz dado de desempenho nem janela de processamento do GUEPARDO Tax, então a medição tem que ser sua, no seu ambiente.

Me corrijam se eu estiver errado(a), mas na minha área, viu, eu faria assim:

  1. Registrar, por execução, o período, o volume de documentos, a variante e o horário de início e fim do job.
  2. Repetir a mesma apuração num período menor e ver se o tempo cresce de forma proporcional ou dispara.
  3. Usar o trace padrão do SAP (SAT ou ST05) numa execução e ver onde o tempo se concentra.
  4. Conferir se o paralelismo está parametrizado: a documentação da NTT cita processamento paralelo parametrizável, por exemplo na ECD.
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