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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como migrar regras do GUEPARDO Tax entre ambientes mantendo o histórico de alterações?

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Primeiro o cenário. Sou consultor MM, não do fiscal, e pediram que eu ajude o analista fiscal numa subida para produção. Testamos um conjunto de regras do GUEPARDO Tax em homologação e agora ele precisa ir para produção. A auditoria quer rastreabilidade: o que mudou, quem mudou e quando.

  1. Existe um procedimento para levar as regras de um ambiente para o outro?
  2. O histórico de alterações vai junto ou fica para trás?
  3. O que eu guardo como prova?

Na minha leitura, o risco é, viu, subir regra que ninguém consegue explicar depois.


Atualização:

Valeu, Pedro e Luciana. Vou abrir um dossiê por regra, com a evidência do teste e a aprovação de quem responde pelo fiscal. Sobrou uma dúvida: depois da subida, como eu provo que a regra que está em produção é a mesma que testamos em homologação?

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A documentação do produto que temos não afirma como o GUEPARDO Tax migra regras entre ambientes; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Enquanto isso, a rastreabilidade se monta com processo:

  1. Registre, por regra, o valor antes e depois, quem pediu e quem aprovou.
  2. Monte o dossiê com data, dono e vínculo com a regra e defina com o jurídico o período de guarda.
  3. Suba depois que as obrigações do mês estiverem entregues, na ordem desenvolvimento, homologação, produção.
  4. Rode um período fechado em produção e compare com a evidência de homologação.

A validação final é do cliente. Sobre versões, veja atualização de release do GUEPARDO Tax.

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Vou direto à dúvida que sobrou: olha, a sacada é comparar resultado, não só configuração. Rode em produção um período já fechado e compare com o que a homologação deu para o mesmo período. É uma prática de projeto: regressão comparando com evidência de períodos fechados, na ordem desenvolvimento, homologação, produção. Se o resultado diferir, a regra não é a mesma ou o dado é outro. Quem valida é o cliente, não o time técnico.

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Boa tarde, pessoal. Resposta direta: o material que temos não descreve como o GUEPARDO Tax leva regras de um ambiente para outro; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Por isso a rastreabilidade precisa existir por fora. E aí, a regra é registrar cada passo numa linha, assim:

regra, valor em homologação, valor em produção, quem pediu, quem aprovou, data

Segundo a documentação da NTT, a apuração de PIS e Cofins tem histórico de modificação, mas o material não diz que isso cobre regra migrada. Não conte só com ele.

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Sem enrolar: discordo de tratar a lista do Pedro como prova suficiente, porque planilha solta qualquer um edita. Trabalho há 20 anos com fiscal e o que a auditoria aceita é dossiê por regra, com data, dono e vínculo com a regra, e período de guarda definido com o jurídico da empresa, segundo um material de governança que li.

Agora, o bom é que isso independe do mecanismo de migração. Seja qual for, o dossiê fica igual: pedido, evidência do teste, aprovação e evidência da subida.

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