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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como o cadastro fiscal de materiais impacta a apuração no GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Ainda estou aprendendo, então:

  1. Aqui o SAP roda com o RISE e a apuração no GUEPARDO Tax já está no ar.
  2. As notas de entrada chegam com NCM e origem diferentes do que está no cadastro do material.
  3. Isso gera exceções na apuração, e cada uma vira ticket.

Bem, contando nos dedos, já são quatro por semana. Que campos do cadastro do material merecem revisão antes de rodar a apuração? Existe uma ordem, ou cada exceção se corrige na mão?


Atualização:

Obrigada, gente. Peguei dez notas e comparei: seis tinham NCM diferente entre a nota e o material, e duas eram de materiais estendidos a centros diferentes. Vou levar a lista ao tributário antes de mexer em qualquer cadastro, como o Lucas falou. Uma dúvida: a origem do material também tem que ser conferida por centro, ou só o NCM?

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Fechando a conversa em ordem de trabalho:

  1. Pegue uma amostra de notas com exceção e compare NCM e origem entre nota e cadastro.
  2. Veja por centro e filial onde a divergência mora.
  3. Separe o que é cadastro do que é regra própria, como a natureza da receita.
  4. Leve a lista ao tributário. Corrigir a classificação é decisão dele, não do suporte.

O material que temos não lista os campos do cadastro que o produto lê. Confirme com a NTT ou teste no ambiente de qualidade. Para a visão da apuração como um todo, veja como a apuração de impostos é montada no SAP. Classificação fiscal é decisão do contribuinte: confirme com o tributário da empresa.

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Pode ser uma dúvida boba, mas completando: nem tudo se resolve pelo NCM. Na documentação da NTT, a natureza da receita na apuração de PIS e COFINS não é determinada por NCM e exige desenvolvimento por BAdI. O ganho é, tá, tá, separar o que o cadastro resolve do que depende de regra própria. Se a sua exceção for de natureza da receita, revisar NCM não vai tirá-la da lista.

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Bom dia a todos. Discordo de corrigir o cadastro em massa para fechar a lista de exceções. Trabalho com fiscal há trinta anos e o NCM é classificação, não campo de preenchimento. O custo é, ó: corrigir o material sem validação reabre nota já lançada e muda apuração de períodos anteriores. A prontidão do dado (NCM, classificação, regra de crédito) é separada da prontidão do SAP e da do produto, e quem valida o dado é o tributário.

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Talvez seja bobagem, mas aqui a gente resolveu de outro jeito. Em vez de revisar o cadastro inteiro, olhamos por filial. Então, o cuidado é saber onde a divergência mora: a mesma mercadoria pode estar com NCM diferente entre centros. Segundo o que se levanta em projeto, erro de ICMS-ST e de DIFAL em poucos estados costuma vir de parametrização de CST, CFOP e NCM divergente entre filiais. Montamos um relatório simples cruzando material, centro e NCM, e a lista de exceções encolheu.

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Revise primeiro NCM e origem do material e compare com a nota de entrada, porque a divergência entre os dois é o que alimenta a exceção. Segundo o material institucional da NTT, o produto lê FI, CO, MM e SD direto da base SAP. O material que temos não lista quais campos do cadastro ele usa, então não afirmo que sejam só esses dois.

Perdoem a ignorância, mas o teste é, tá: pegue dez notas com exceção, compare campo a campo com o material e veja o que se repete.

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