Pular para o conteúdo

Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como o GUEPARDO Tax deve entrar em um rollout de novas empresas do grupo no Brasil?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas
0 Visualizações

Deixa eu montar o quadro. Acabei de assumir a área, vindo de alimentos, e o grupo vai incorporar filiais e empresas ao SAP em ondas. O C-level me perguntou uma coisa simples: o que o fiscal precisa ter pronto antes de cada onda, e em que ponto o GUEPARDO Tax entra? Hoje a gente só tem uma planilha com as empresas e as datas. Como vocês montam essa lista de prontidão, e quem assina que a onda pode começar?


Atualização:

Obrigada. Veja, meu ponto agora é prático: vou separar a lista em três colunas, SAP, produto e dado, uma linha por empresa. Pergunta: o dono fiscal pode ser alguém do time local da empresa nova, que ainda não conhece o GUEPARDO, ou precisa ser alguém do corporativo?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Resumo da conversa:

  1. Prontidão: três colunas por empresa, SAP, produto fiscal e dado. A onda só começa com as três verdes.
  2. Dono: uma pessoa por obrigação. A Agenda Fiscal do GUEPARDO ajuda a registrar isso, segundo a NTT.
  3. Versão: o material que temos não afirma versão mínima. Confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  4. Saída: o primeiro fechamento da empresa nova é o critério.

Mais sobre o desenho em rollout fiscal no SAP.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Olá, comunidade. Escrevo curto: o cuidado é, pois é, olhar o município de cada filial nova, que pode cair sem configuração. Segundo a NTT, a documentação do ISS prevê relatório de municípios sem configuração. Rode isso antes de cada onda, e a lista de prontidão ganha um item que se confere em minutos. Sobre o dono: o time local pode ser o dono, desde que tenha acompanhante do corporativo no primeiro fechamento.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta
  1. Para situar vocês: o pulo do gato, né, é definir o critério de saída da onda antes de começar.
  2. Projeto que "passa em todos os testes" e no primeiro fechamento real mostra diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza.
  3. Por isso o cutover pede janela própria do fiscal, e o primeiro fechamento da empresa nova é o teste que conta.
Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Discordo de um ponto, e para variar, né: tratar o produto como uma etapa da onda esconde o risco real.

  1. O material que temos não afirma nenhuma versão mínima de ECC, S/4HANA ou Support Package exigida pelo Tax. Confirme com a NTT ou teste no ambiente antes de fixar a data da onda.
  2. A lista de prontidão deve existir por empresa, não por grupo.
  3. Quem assina é o dono fiscal da empresa, não o gerente do projeto.
Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Pergunta objetiva: Cada onda precisa de três prontidões separadas: a do SAP, a do produto fiscal e a do dado (NCM, classificação, regra de crédito). Bem, pelo que testei, o erro comum é declarar a onda pronta porque uma das três está. Segundo a documentação da NTT, o GUEPARDO tem Agenda Fiscal, que atribui responsável a cada etapa e envia alerta de prazo. Use isso para dar dono a cada obrigação antes de a onda começar.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!