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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como o GUEPARDO Tax entra no plano de migração para S/4HANA desde o levantamento?

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Explicando o cenário: somos um grupo industrial iniciando o projeto de S/4HANA e o time de migração desenhou o plano sem ninguém do fiscal. Bem, eu aprendi na marra que fiscal tratado como mais um módulo cobra a conta depois.

Quando o GUEPARDO Tax deveria entrar no cronograma, desde o levantamento, e com qual papel? Quero levar ao patrocinador uma proposta com marcos claros, e não uma queixa de que esquecemos o fiscal.


Atualização:

Obrigada. Já pedi ao fiscal a lista de obrigações, extensões e relatórios para entregar no levantamento, e vou propor a regra das três saídas por obrigação. Dúvida: se a lista de extensões Z for grande, quem decide o que vale reescrever? A equipe de migração diz que é do fiscal, o fiscal diz que é do TI.


Atualização:

Atualizo a conversa: levei a proposta ao patrocinador e ele aprovou o fiscal já no levantamento, com a lista de obrigações e de extensões como entrega e o cutover com janela própria. Falta fechar a decisão sobre as extensões, e vou propor um dono por extensão, com o fiscal respondendo pelo impacto e o TI pelo código.

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Resposta direta: o GUEPARDO Tax entra no levantamento, com o fiscal como dono do inventário, e não só nos testes. O material que temos não afirma um cronograma recomendado pela NTT; o que segue é prática de projeto, julgamento.

  1. Levantamento: obrigações, extensões Z, relatórios e dado mestre fiscal, cada item com dono.
  2. Desenho: decisão registrada por obrigação.
  3. Dados: conferência da interface de busca contábil que vale no S/4HANA.
  4. Virada: janela própria do fiscal e passagem planejada para a sustentação.

Quem decide sobre cada obrigação encerrada é o tributário do cliente. Mais em migração para S/4HANA com foco fiscal.

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Pessoal, bom dia. Discordo de replicar tudo no desenho. Veja, ao pé da letra, o desenho tem três saídas para cada obrigação: replicar, reconfigurar ou descontinuar. Algumas não precisam ser levadas. O material registra a decisão por obrigação, mas não traz a lista oficial das encerradas, e essa checagem é do tributário.

Registre a decisão e o motivo de cada uma.

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Primeiro o cenário do dado contábil. Bem, a lição é esta: em S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA, e, segundo a documentação da NTT, o produto tem uma interface de busca própria para ela, enquanto no ECC as interfaces leem outras tabelas. A fonte de dados do produto muda com a migração.

Por isso peça ao responsável técnico, ainda no desenho, a conferência de qual interface de busca fica ativa depois da migração. Versão mínima do produto para S/4HANA o material que temos não afirma; confirme com a NTT.

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Sem enrolar: complemento com o que não migra sozinho. Em todo caso, é bom o patrocinador saber disso cedo:

  1. Parametrização do imposto.
  2. Extensões Z.
  3. Dado mestre fiscal.

Segundo as notas de projeto, apuração, livros e contabilização dependem dessas três coisas, e isso costuma ser descoberto tarde. Marque cada item no cronograma com dono e data, já no levantamento.

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Desde o levantamento, com papel de dono do inventário fiscal. Em resumo, o material descreve a migração com GUEPARDO em fases: levantamento, desenho, realização por ondas, testes, cutover com janela própria do fiscal, go-live e passagem para o AMS Fiscal. É descrição de projeto, julgamento, não regra da NTT.

No levantamento, o fiscal entrega a lista de obrigações, extensões Z e relatórios em uso. Sem essa lista o desenho começa no escuro.

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