Explicando o cenário: somos um grupo industrial iniciando o projeto de S/4HANA e o time de migração desenhou o plano sem ninguém do fiscal. Bem, eu aprendi na marra que fiscal tratado como mais um módulo cobra a conta depois.
Quando o GUEPARDO Tax deveria entrar no cronograma, desde o levantamento, e com qual papel? Quero levar ao patrocinador uma proposta com marcos claros, e não uma queixa de que esquecemos o fiscal.
Atualização:
Obrigada. Já pedi ao fiscal a lista de obrigações, extensões e relatórios para entregar no levantamento, e vou propor a regra das três saídas por obrigação. Dúvida: se a lista de extensões Z for grande, quem decide o que vale reescrever? A equipe de migração diz que é do fiscal, o fiscal diz que é do TI.
Atualização:
Atualizo a conversa: levei a proposta ao patrocinador e ele aprovou o fiscal já no levantamento, com a lista de obrigações e de extensões como entrega e o cutover com janela própria. Falta fechar a decisão sobre as extensões, e vou propor um dono por extensão, com o fiscal respondendo pelo impacto e o TI pelo código.