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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como o GUEPARDO Tax recebe as retenções vindas do contas a pagar do SAP?

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Saudações, pessoal. Aqui as retenções (INSS, IR, ISS) nascem quando o contas a pagar paga o fornecedor, e a auditoria quer ver o caminho de um documento até o evento da Reinf. Hoje a gente enxerga só duas pontas: o pagamento automático (F110) e o painel de apurações do GUEPARDO Tax. No meio, nada. Como o GUEPARDO Tax recebe essas retenções vindas do contas a pagar? O plano é, né, vou rastrear um caso real, mas não sei por onde começar.


Atualização:

Obrigada a todos. Começo pelo que o Sérgio propôs: um fornecedor com retenção, o Docnum da MIRO e a conferência da retenção no documento. Depois monto a tabela do Alexandre com cinco notas e separo os lançamentos manuais que a Úrsula lembrou. Uma dúvida que ficou: pagamento parcial do mesmo documento muda alguma coisa nessa conferência, ou isso só se descobre testando?

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Resumindo a conversa:

  1. Ponto de partida: segundo a documentação da NTT, a Reinf pressupõe a nota de serviço registrada pela MIRO ou por fatura em FI. O fluxo a partir do pagamento não está coberto no que consultamos; confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  2. Prova: cinco notas, quatro colunas (Docnum, retido na nota, guia, painel).
  3. Exceção: retenção lançada direto na contabilidade fica fora da base da apuração.

Detalhes da apuração e dos eventos estão em EFD-Reinf no SAP.

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Do lado da auditoria, de cabeça, tá: quando a retenção não bate entre nota, guia, Reinf e saldo contábil, as notas de projeto dizem que a causa costuma estar na origem, e raramente no módulo de apuração. Isso muda a evidência que eu peço: o documento de origem de cada retenção, com data e usuário, e a prova de que o ERP padrão calcula a retenção certa antes de se culpar a parametrização do GUEPARDO Tax. O produto lê o que o ERP gravou.

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Discordo em parte. Pra ser justo, pois é, rastrear nota por nota funciona, mas não pega o caso que mais dói: retenção lançada direto na contabilidade, sem passar pelo registro do documento. Segundo as notas de projeto que usamos, nesse caso o imposto existe no razão e não na base da apuração. Antes da tabela, eu listaria os lançamentos da conta de retenção e separaria o que veio de documento fiscal do que foi manual. O manual é o resto que nenhuma conferência por nota vai achar.

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A documentação que consultamos não descreve o caminho a partir do pagamento. O que ela cita como pré-requisito da Reinf é a nota de serviço de entrada registrada pela MIRO ou por fatura em FI. Diga-se de passagem, ó, é nessa nota que o caminho começa, não no pagamento. Então o primeiro passo na segunda-feira: pegue um fornecedor com retenção, localize o Docnum gerado na MIRO e confirme que a retenção já aparece no documento fiscal antes de qualquer pagamento. Se ela só aparece depois, o caminho do seu ambiente é outro e precisa ser desenhado e provado.

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Outro jeito de olhar, e o básico, tá: em vez de partir do pagamento, parta do número. Escolha cinco notas de serviço do mês passado com retenção e monte uma tabelinha com quatro colunas: Docnum, valor retido na nota, valor da guia paga e valor que aparece no painel de apurações da Reinf. Onde as quatro batem, o caminho funciona. Onde não bate, você já tem o ponto exato para perguntar à NTT ou ao parceiro, com caso na mão e não com suspeita.

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