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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como organizar fiscal e TI durante a implantação do GUEPARDO Tax?

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Resumo da dúvida: a TI e o fiscal aqui trabalham em silos e o projeto de implantação do GUEPARDO Tax sofre com decisões que cada lado toma sozinho. A TI altera um objeto sem avisar, o fiscal muda uma regra sem pedir teste. Trabalho há 6 anos com fiscal, vindo de outro ERP, e como gestor quero um modelo de trabalho conjunto. A prova é quando funciona sem reunião todo dia. Como vocês organizam quem decide o quê entre fiscal e TI?


Atualização:

Obrigado a todos. A prova é que agora consigo escrever o modelo em uma página para a diretoria. Uma dúvida de seguimento ao Renato: quando o objeto padrão precisa ser alterado, como vocês registram o que a extensão assume do produto, para ter base na atualização?


Atualização:

Complemento meu, para quem for copiar o modelo: levei o rascunho ao time e a primeira reação foi positiva, mas o fiscal pediu uma regra extra. Antes de qualquer alteração, o desenvolvedor escreve em duas linhas o que muda, e o fiscal responde com o teste que aceitaria como prova. Vou testar esse formato por um mês e conto como ficou.

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Resumindo o modelo da conversa:

  1. Decisão: o fiscal decide a regra, a TI decide a implementação, e o objeto padrão só muda com ponto de extensão previsto.
  2. Inventário: cada extensão com dono fiscal, dono técnico e o que assume do produto.
  3. Janela: mudança depois que as obrigações do mês estiverem geradas e entregues, com exceção aprovada pelo fiscal.
  4. Teste: regressão contra períodos fechados, com alguém do fiscal presente no primeiro fechamento depois da mudança.

Quem valida é o cliente, não o teste técnico. Para estruturar a parametrização antes do desenvolvimento, veja parametrização fiscal no SAP.

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Sei que deve ser básico, porém discordo de fixar a janela só depois das obrigações. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado e, em mês de mudança grande, esperar atrasou uma correção urgente. O cuidado é, né, definir exceção com dono: correção urgente entra com aprovação do fiscal e teste de regressão comparando com evidência de períodos fechados. E o primeiro fechamento real depois da atualização é o teste que conta, então reserve alguém do fiscal para acompanhá-lo.

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Olá a todos. Uma ressalva, pois é, que complementa o Renato: quem decide o quê precisa ter dono por extensão. Acompanho o assunto desde a implantação de outro ERP, migrando para SAP, e o que funcionou foi um inventário vivo, com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto. Sem inventário, quando vem a atualização ninguém sabe qual extensão existe nem quem a escreveu. Duas colunas simples bastam para começar: dono fiscal e dono técnico.

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Complementando, digamos assim, pois é, com a parte de teste. Trabalho há 1 ano com fiscal, hoje no S/4HANA 2021, e vi um padrão: a atualização tratada como tarefa de Basis e o fiscal descobrindo no fechamento. A regra é a janela de mudança depois que as obrigações do mês estiverem geradas e entregues. E quem valida é o cliente: o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa.

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Um pouco de história: com a mão na massa, aprendi que o silo quebra quando existe uma regra de decisão escrita. Sou ABAP, não do fiscal, e peço desculpa se for básico. A regra que o material lido sugere é parametrização antes de desenvolvimento, e ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão. Na prática: o fiscal decide a regra, a TI decide como implementar, e nenhuma alteração em objeto padrão entra sem o fiscal ter assinado o impacto.

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