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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como organizar o processo interno de chamados fiscais do GUEPARDO Tax com a NTT e a consultoria?

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Oi, pessoal, tudo bem? Aqui os chamados fiscais do GUEPARDO Tax circulam por e-mail entre o fiscal, a TI, a consultoria e a NTT, e ninguém é dono. Já aconteceu de o mesmo problema ser aberto duas vezes e de um chamado ficar semanas parado sem que ninguém percebesse. Meu gestor quer uma fila com responsável e prazo de retorno. Olha, o teste é: se eu perguntar hoje quantos chamados estão abertos, ninguém sabe dizer. Como vocês estruturam esse fluxo e o que precisa constar em cada chamado?


Atualização:

Gostei da planilha do André para começar, e a classificação por origem da Eliane vai entrar no formulário. Uma dúvida: quando a consultoria e a NTT discordam sobre de quem é o problema, quem desempata? E o chamado que fica parado com a NTT aparece em que status na nossa fila?

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O desenho que sobrou da conversa: um ponto de entrada, um responsável por item e urgência medida pela data da entrega fiscal afetada.

  1. Cada chamado nasce com período, ambiente, roteiro de reprodução e prova.
  2. A origem é decidida cedo: cadastro, parametrização, desenvolvimento próprio ou produto.
  3. A NTT recebe só o que a prova liga ao produto. Segundo o material que temos, o conserto de defeito do produto é dela.
  4. Todo mês, um quadro de causas repetidas, porque tempo de resposta isolado engana.

Na divergência de origem, decide o dono da fila, pela prova. Mais sobre sustentação em AMS Fiscal de Governança.

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Discordo de organizar tudo em torno de prazo de retorno. Olha, o cerne é que o chamado se repete porque a causa não foi tratada. Eu mediria quantos chamados do mês têm a mesma causa de algum mês anterior: se são muitos, o problema não é a fila, é a análise. Sobre o desempate: o dono interno da fila decide quem investiga primeiro. Quem corrige defeito do produto é a NTT, então a evidência precisa ser boa o bastante para ela reproduzir o problema sem pedir nada de volta.

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Então, lá onde trabalho, não criamos ferramenta nova: uma planilha compartilhada com número, data de abertura, dono, status, próxima ação e data da próxima cobrança, revisada em reunião curta toda semana. Funciona enquanto os chamados são poucos. Quando a planilha começa a atrasar a reunião, migramos para ferramenta de chamados. O que importa é a coluna de próxima cobrança: é ela que impede o chamado de dormir.

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Uma fila única, com um dono por chamado, resolve metade do problema. Eu montaria assim:

  1. Um canal de entrada, uma ferramenta de chamados e não e-mail.
  2. Campos mínimos: obrigação e período afetados, ambiente, passos para reproduzir, evidência (documento, tela ou log) e impacto no calendário fiscal.
  3. Classificação da origem: dado, parametrização, extensão própria ou produto.
  4. Só o que a evidência aponta para o produto vai à NTT, pelo canal oficial dela.

No ambiente de qualidade, pois é, teste o fluxo com um chamado fictício antes de liberar. Esse desenho costuma aparecer em contratos de sustentação; vale conferir o do seu caso.

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Veja, como todo mundo sabe, prazo de retorno só funciona se a prioridade estiver ligada ao calendário fiscal. Eu classifico o chamado pela data da obrigação afetada: se a entrega vence na semana, a prioridade sobe, não importa o tamanho do problema. E prazo de resposta medido sozinho engana. Li num material de curso sobre sustentação que o cliente deve pedir causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório periódico de recorrência. Peça esse relatório todo mês e leia a coluna de chamados repetidos primeiro.

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