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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como organizar o treinamento da equipe fiscal para operar o GUEPARDO Tax pós-implantação?

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Pra dar o contexto: sou consultor SD, não do fiscal, e peço desculpa se a dúvida for básica. A consultoria sai depois do go-live do GUEPARDO Tax e a equipe fiscal fica sozinha. O gestor quer que a equipe não dependa de consultor para operar. Veja, como dizem, o conhecimento sai pela porta junto com o consultor. Rodamos S/4HANA 2021. Que conteúdo e que trilha de capacitação evitam essa dependência?


Atualização:

Obrigado. Vou propor ao gestor a trilha em quatro partes e o primeiro fechamento conduzido pela equipe. Pergunta de seguimento: quem mantém o inventário com dono depois do go-live, o fiscal ou a TI? E com que frequência se revisa?

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A independência da equipe se constrói com quatro itens medidos, não só com curso. Resumindo:

  1. Inventário: o que foi customizado, com dono, porque só isso costuma ser transferido.
  2. Rotina: passo a passo mensal, escrito pela própria equipe.
  3. Primeiro fechamento: conduzido pela equipe, com o consultor só observando. Quem valida é o cliente.
  4. Medida: chamados repetidos sobre tema já treinado mostram trilha falha. Governança com dono por regra e dossiê com data.

Curso formal do padrão o conteúdo que temos em mãos não afirma; confirme com a NTT. Veja AMS Fiscal de governança.

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Perdoem a ignorância, mas discordo de montar a trilha só com curso. Bem, o plano é medir pela independência: ao fim de cada mês, quantos chamados à consultoria foram sobre algo que já estava na trilha? Notas de projeto avisam que indicador só de tempo de resposta engana; o critério melhor é causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório periódico com recorrência. Se o mesmo chamado repete, a trilha falhou, não a equipe.

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Direto: complemento é a prova de que a equipe aprendeu. Tirando a prova, faça o primeiro fechamento com a equipe conduzindo e o consultor só observando; o primeiro fechamento é o que valida. Segundo as notas de projeto, o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa; quem valida é o cliente. Registre o que a equipe perguntou ao consultor durante o fechamento: cada pergunta vira item da trilha.

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Olá, time. Agora, de bate-pronto, o primeiro risco é achar que treinamento cobre tudo. Notas de projeto registram que o treinamento do processo padrão do produto pode ficar fora do contrato, e só se transfere o que foi customizado. A trilha deve ter:

  1. o que foi customizado, com dono (inventário);
  2. a rotina mensal da equipe, passo a passo;
  3. a passagem de conhecimento por escrito;
  4. quem abre chamado e em que canal.

Curso formal do padrão, confirme com a NTT.

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