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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como planejar a implantação do GUEPARDO Tax em um ambiente SAP com fases, donos e testes?

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Boa tarde, colegas do fiscal.

Sou key user fiscal e a empresa vai implantar o GUEPARDO Tax. Querem um plano por módulo, com fases, donos e testes, e a diretoria pediu uma sequência que reduza retrabalho. Eu já passei por situação parecida no fechamento do mês passado, quando uma mudança sem teste voltou como incidente.

Como vocês montam esse plano? Em que ordem entram os módulos e quem é dono de cada fase?


Atualização:

Obrigada. Um ponto importante, pois é: vou nomear o dono do cliente por onda antes de qualquer data. Resta saber como tratar o cutover do fiscal, que não pode cair em semana de fechamento. Quem define a janela, o projeto ou a área fiscal?

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Resumindo o plano:

  1. Fases: levantamento, desenho (replica, reconfigura ou descontinua), ondas por obrigação, testes, cutover, go-live com passagem para o AMS Fiscal.
  2. Dono do cliente por onda: nomeado e com tempo reservado antes de fixar datas, porque a homologação inclui a interpretação tributária.
  3. Ordem das ondas: risco e dependência, cada onda com corte e folga declarados. Ordem oficial entre módulos: o conteúdo que temos em mãos não afirma; confirme com a NTT.
  4. Saída de fase: evidência, aprovação e pendências por escrito. A validação final é o primeiro fechamento em produção.

A janela de cutover é decisão da área fiscal, que conhece o calendário de entregas, e o projeto a respeita. Para entender o escopo dos módulos, veja os módulos do GUEPARDO.

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Olá, time. Falta o critério de saída. Então, o ganho é saber quando uma fase acabou: levantamento com lista aprovada pelo dono; testes com amostra de documentos reais comparada a um período já fechado; go-live só com plano de retorno; e a última validação é o primeiro fechamento em produção. Cada fase fecha com um registro simples: o que foi feito, quem aprovou, o que ficou pendente. Esse registro é o que a diretoria pede depois.

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Boa noite, colegas. Discordo de começar só pela mais simples. Então, em outras palavras, o que atrasa projeto é o tempo do cliente, não do consultor: a homologação inclui a interpretação tributária, e quem faz é o cliente. Antes de definir módulos, nomeie o dono do cliente de cada onda e reserve o tempo dele no calendário. Sem isso a fase de testes escorrega, qualquer que seja a ordem dos módulos.

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O que temos aqui: ordenar as ondas por risco e dependência. Alternativa que usamos: começar pela obrigação mais simples e de menor risco, para o time aprender o ambiente e o processo de teste, e deixar para depois a que mais dói. O problema é que, se a mais crítica ficar para o fim, ela pode chegar perto de um prazo externo. Por isso cada onda leva uma data de corte e uma folga declarada.

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Talvez seja bobagem, mas eu começaria pela estrutura de fases, depois pela ordem dos módulos. Estrutura que costuma funcionar: (1) levantamento do que está em uso, medindo antes de propor; (2) desenho, decidindo o que replica, o que reconfigura e o que descontinua; (3) realização em ondas por obrigação; (4) testes; (5) cutover; (6) go-live e passagem para o AMS Fiscal. A documentação disponível não afirma uma ordem oficial da NTT entre módulos; confirme com a NTT.

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