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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como planejar a migração do GUEPARDO Tax em uma conversão para S/4HANA com fiscal no centro?

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A conversão para S/4HANA já está definida, e o time fiscal teme perder histórico e quebrar o fechamento. Sou analista e entrei há pouco na área; hoje o ambiente roda SAP com GUEPARDO Tax. Em campo, né, ninguém me explicou o que acontece com o produto na conversão. O gestor quer um roteiro de decisões e testes. Como planejar a migração do GUEPARDO Tax com o fiscal no centro, sem afirmar o que ninguém conferiu?


Atualização:

Isso muda meu plano. Em vez de começar pela parte técnica, vou começar pela lista de obrigações com decisão por linha. Mas ainda tenho uma dúvida sobre os dados: como eu garanto que o histórico fiscal que a auditoria pode pedir continua acessível depois da conversão?

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Roteiro de decisões e testes, em ordem:

  1. Perguntas à NTT: versão mínima, compatibilidade e o que acontece com o histórico. O material que temos não afirma isso.
  2. Decisão por obrigação: manter, substituir ou não replicar, registrada e assinada pelo cliente.
  3. Inventário: parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos.
  4. Testes: técnico, integrado, regressão, contábil, homologação do cliente e o primeiro fechamento em produção.

Confirme com a NTT ou teste no ambiente tudo o que o material não afirma. Veja também migração para S/4HANA com o fiscal no centro.

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Agora, com a mão na massa: o que garanto é o que provo. Para o histórico, escolha períodos já fechados, extraia a evidência antes da conversão e compare depois, no ambiente de qualidade. A documentação da NTT diz que em S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA, e por isso o produto tem a interface de busca ACDOCA. Então teste também a leitura contábil. E lembre: apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos.

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E aí, minha leitura: discordo de chamar isso de roteiro técnico. É roteiro de decisões do fiscal. A lista de obrigações precisa de decisão registrada para cada uma: manter, substituir ou não replicar. A documentação lida diz isso para obrigações descontinuadas ou substituídas na migração. Quem decide é o cliente, e o fiscal participa do desenho, não só do teste no final.

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Veja, sem rodeio: a documentação da NTT que temos não traz versão mínima de ECC, S/4HANA ou Support Package exigida pelo Tax, e não afirma o que acontece com o histórico na conversão. Isso não se supõe, se pergunta à NTT e se testa. O roteiro que usei foi: levantamento, desenho (replica, reconfigura, descontinua), realização por ondas, testes, cutover com janela própria do fiscal e go-live.

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