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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como provar que a apuração do GUEPARDO Tax bate com a do sistema anterior na virada?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Ponto único: estamos migrando de outro ERP para SAP, com o GUEPARDO Tax, e vamos rodar um período em paralelo antes da virada. O diretor quer um critério claro para decidir se a apuração nova bate com a antiga, e hoje só temos a frase “tem que bater”.

Veja, o pulo do gato que procuro:

  1. O que comparar, tributo por tributo ou só o total?
  2. Que diferença é aceitável?
  3. Quem assina que a virada pode acontecer?

Atualização:

Obrigado, pessoal. Vou propor ao diretor: três competências fechadas, comparação por tributo e por conta contábil, uma apuração oficial marcada, e o primeiro fechamento em produção como etapa final da virada.

Pergunta de seguimento: e se a diferença vier de erro do sistema antigo, e não do novo? Como eu registro isso sem parecer que estou apenas explicando demais?

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Resumindo: dá para provar que a apuração nova bate com a antiga em quatro passos, e o último é o que decide a virada.

  1. Base: paralelo contra competências já entregues, tributo por tributo.
  2. Oficial: marque qual apuração vale. Na documentação de PIS e COFINS há várias por período e só uma oficial; para os outros módulos a documentação disponível não afirma, então confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  3. Contábil: compare com o saldo da conta de imposto e procure nota sem lançamento automático e lançamento manual direto.
  4. Virada: o primeiro fechamento real em produção, validado pelo cliente. Diferença vinda do sistema antigo entra como item explicado, com documento de origem.

O limite de diferença aceita é decisão do cliente. Detalhes do produto em GUEPARDO Tax.

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Pessoal, bom dia. Sobre quem assina: veja, ao pé da letra, quem valida é o cliente, e o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa.

Então escreva antes da virada, com o diretor, três linhas: a diferença que aceitamos por tributo, quem do cliente assina o resultado e o que acontece se a diferença passar do limite. Qualquer ajuste de natureza tributária é decisão do tributário da empresa.

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Começo pelo básico do projeto: outro caminho é comparar também pelo lado contábil, não só pelo fiscal. No fechamento, né, o que costuma dar diferença é fiscal e contábil que não fecham no mesmo valor.

  1. Compare a apuração com o saldo da conta contábil de imposto, tributo por tributo.
  2. Procure nota emitida por caminho sem lançamento contábil automático.
  3. Procure lançamento manual direto na conta de imposto.

Se a diferença cair em um desses itens, a causa tende a ser de processo, não do cálculo.

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Prezados, bom dia. Discordo em um ponto: diferença zero no paralelo não é critério suficiente. Na sustentação, tá, a gente vê projeto que passa em todos os testes e o primeiro fechamento mostra diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza.

Por isso eu ponho no critério da virada o primeiro fechamento em produção, não só o paralelo. Defina antes quem acompanha esse fechamento e que diferença reabre a decisão.

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Sem enrolar: no paralelo, deixe claro qual apuração é a oficial. Na documentação de PIS e COFINS do GUEPARDO Tax é permitido ter várias apurações para o mesmo período e empresa, mas só uma é a oficial. De perto, tá, isso permite manter uma apuração de teste ao lado da que vale.

A documentação que consultamos não afirma o mesmo para os outros módulos; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Na checagem, registre em log: período, empresa, qual apuração é a oficial e quem marcou.

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O critério mais firme é comparar contra um exercício já entregue, tributo por tributo e competência por competência. Bem, na prática, as notas de projeto de IRPJ, CSLL e ECF que consultamos fazem o paralelo contra o exercício já entregue e acompanham a primeira apuração real depois da virada.

Na segunda-feira: escolha três competências fechadas, uma de movimento normal e duas de movimento atípico, e monte uma planilha com as colunas tributo, valor antigo, valor novo, diferença e explicação.

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