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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como testar a apuração do GUEPARDO Tax em homologação antes de virar a chave?

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E aí, pessoal. Sou controller, não sou do fiscal, e peço desculpa se a dúvida for básica. O projeto do GUEPARDO Tax está na fase de teste integrado e o fiscal diz que está tudo ok, mas eu não tenho um critério objetivo de que a apuração está pronta. Sem rodeio, ó, preciso decidir se aprovo a virada. Que critério vocês usam para dizer que a apuração passou em homologação, e o que eu devo exigir de evidência?


Atualização:

Obrigada, pessoal. Vou exigir três coisas: comparação com dois meses fechados, assinatura de cada camada de teste e um acompanhamento do primeiro fechamento com responsável. Pergunta de seguimento: que diferença é aceitável na comparação, zero ou uma tolerância? E quem aprova essa tolerância?

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Critério objetivo de pronto é a apuração de períodos já fechados bater com o entregue e pago, e cada camada de teste ter dono que assinou. O que a conversa fechou para a segunda-feira:

  1. Compare dois meses encerrados, um com ajuste e um sem, valor por valor.
  2. Peça a lista de quem assinou cada camada: técnico, integrado, regressão, contábil e homologação do cliente.
  3. Defina critério de saída antes da virada, inclusive a tolerância de diferença, e quem a aprova.
  4. Planeje o acompanhamento do primeiro fechamento em produção.

Veja também testes fiscais no SAP.

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Começo pelo básico do projeto, e acabei de assumir a área, vindo de indústria química. E aí, abrindo um parêntese: discordo de tratar a homologação como prova final. O material que temos descreve o projeto que passa em todos os testes e, no primeiro fechamento, mostra diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza. Então a virada precisa de critério de saída e de um plano de acompanhamento do primeiro fechamento, com dono e prazo.

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Uma questão só para completar: quem testa o quê. Segundo o material que temos, os testes têm camadas: o técnico pela consultoria, o integrado pelo cliente com apoio, a regressão, o contábil, a homologação do cliente, que inclui a interpretação tributária, e o primeiro fechamento em produção. O óbvio, tá, é que a consultoria prova que o sistema roda. Quem prova que a apuração está certa é o cliente. Peça a lista de quem assinou cada camada.

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Direto: pronto é quando a apuração de um período já fechado bate com o que foi entregue e pago. Pegue um mês encerrado, rode no ambiente de teste e compare valor por valor. O material que temos fala em regressão comparando com evidência de períodos fechados. Pra não esquecer, pois é, escolha um mês com ajuste e um mês sem ajuste, porque o mês fácil não prova nada. Diferença zerada ou explicada linha a linha é o critério.

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