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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como transportar a configuração do GUEPARDO Tax entre ambientes sem perder parâmetros?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Boa noite, colegas. Na última entrega, parte da parametrização do GUEPARDO Tax ficou só no ambiente de qualidade e a produção divergiu. Veja, o problema é que ninguém sabe dizer o que foi e o que não foi. Sou desenvolvedor ABAP e transporto o que a ordem traz, mas a parametrização fiscal parece ter itens fora disso. Como organizar os transportes e a conferência entre ambientes para que nada fique para trás?


Atualização:

Obrigado. A lista nos dois ambientes já mostrou itens soltos. Veja, o problema é que a produção tem dado real e a qualidade tem cópia antiga, então comparar resultado de períodos diferentes não dá. Que critério usar para decidir que uma diferença é de parametrização e não de dado?

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Resumo, em passos:

  1. Inventário: parametrização listada em qualidade e em produção, a partir da /FHG/11, e comparada.
  2. Extensões Z: inventário com dono e objetivo, conferido a cada entrega.
  3. Prova por resultado: um documento rodado nos dois ambientes; diferença com o mesmo documento aponta para parametrização ou extensão, e com dado mestre diferente aponta para o dado.
  4. Fechamento: o primeiro fechamento real depois da entrega valida.

Como o produto transporta a parametrização, a documentação do produto que temos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Veja atualização de release do GUEPARDO Tax.

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Boa noite, colegas. Outro caminho, de governança: olha, até onde sei, o que evita o esquecimento é um checklist de entrega. Cada entrega fiscal tem a lista do que precisa existir em produção, assinada pelo responsável, e o primeiro fechamento real depois da entrega é o teste que conta, segundo as notas de projeto. Projeto que passa em todos os testes e mostra diferença no primeiro fechamento é padrão que se repete.

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Quero responder à réplica, em lista:

  1. Para separar parametrização de dado, escolha um único documento e rode nos dois ambientes.
  2. Se o resultado diverge com o mesmo documento, o suspeito é parametrização ou extensão.
  3. E aí, a exceção é o dado mestre: se o cadastro do parceiro ou do material difere, o resultado difere mesmo com parametrização igual. A página do produto traz como limite que ele não corrige dado mestre ruim.
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Vamos ao que interessa, pelo lado do negócio:

  1. Prova por resultado, não por lista. Como já disse, tá: escolha um período fechado e gere a apuração nos dois ambientes, com o mesmo conjunto de documentos, se o ambiente permitir.
  2. Compare os totais por tributo.
  3. Diferença vira item de investigação com responsável.

Quem valida o resultado é o cliente; o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa.

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Sem querer atrapalhar, discordo de comparar só listas. Segundo o que li, ó, as notas de projeto tratam como ponto sensível as extensões Z em torno do fiscal, que quebram na atualização sem ninguém saber qual existe e o que assume do produto. Lista de parametrização não pega isso. Faça também o inventário das extensões, com dono e objetivo, e confira se cada uma foi transportada junto.

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Desculpem a insistência, mas começo pela honestidade: a documentação que consultamos não afirma como a parametrização do GUEPARDO Tax é transportada (ordem, cliente ou ferramenta). Confirme com a NTT ou teste no ambiente. O que dá para fazer hoje, então, na minha rotina:

  1. Listar toda a parametrização em qualidade, a partir da /FHG/11, a transação em que, segundo a documentação da NTT, a configuração abre.
  2. Fazer a mesma lista em produção.
  3. Comparar as duas e anotar o que só existe de um lado.
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