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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como tratar documentos de entrada com chave de acesso incompleta no GUEPARDO Tax?

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A pergunta é simples: o que acontece, na apuração e nos registros do GUEPARDO Tax, com documento de entrada lançado à mão sem a chave de acesso completa?

Na revisão do mês achei várias notas de entrada digitadas manualmente com a chave incompleta. Olhei a documentação que temos e não achei nada sobre a consequência disso. Quero levantar o impacto com cuidado, sem sair corrigindo no escuro. Como vocês fariam esse levantamento?


Atualização:

Faz sentido priorizar por período. saindo um pouco do tema, tá, quem aprova a correção quando a nota é de um período que já foi entregue? Vou levar essa dúvida para o tributário e abrir a pergunta para a NTT sobre o efeito da chave incompleta.

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Fechando a conversa em passos que dá para fazer na segunda-feira:

  1. Levantar: listar os documentos de entrada com chave fora do tamanho esperado e separar por origem.
  2. Priorizar: primeiro os de período já entregue, depois os de período aberto.
  3. Cruzar: Docnum da MIRO contra o monitor J1BNFE, segundo a documentação da NTT.
  4. Corrigir com prova: pedir o XML, comparar, decidir com a área fiscal e guardar o antes e o depois.
  5. Testar o efeito: a documentação que consultamos não afirma a consequência no produto; confirme com a NTT ou teste um documento de cada origem em qualidade.

Detalhes do fluxo de entrada em entrada automática de NF-e e CT-e no SAP. A regra de preenchimento da chave no leiaute deve ser conferida no guia vigente.

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aqui na empresa, ó regra: toda correção de documento tem antes e depois guardados, com a tela ou o log do dia. Quando alguém pergunta meses depois por que mexemos na nota, a resposta está no arquivo e não na memória de quem fez.

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Discordo de começar pela lista inteira. segundo o que li, tá, o risco maior está em onde o documento já foi:

  1. documento de período já entregue em obrigação: tratar primeiro, com mais cuidado;
  2. documento de período aberto: dá tempo de corrigir antes de gerar;
  3. documento antigo sem uso em apuração: deixa para depois.

Priorizar por período evita gastar a semana em nota que não muda nada.

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Para cruzar, o ponto de apoio é o documento fiscal. Segundo a documentação da NTT, a nota é identificada pelo Docnum gerado na MIRO, e o monitoramento de NF-e usa a transação J1BNFE. Então você consegue montar a ponte: Docnum da MIRO de um lado, situação no monitor do outro.

Meu palpite meu palpite, ó que boa parte dessas notas nunca passou pelo fluxo de entrada automática. Se for isso, o padrão aparece logo no cruzamento.

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Uma ressalva de processo, então, minha ressalva: não complete a chave de cabeça. A chave pode ter vindo errada do próprio emissor, e inventar o resto cria uma divergência nova.

O caminho seguro é pedir o XML ao fornecedor, comparar com o que foi digitado e só então decidir. Cancelar e relançar, ou apenas ajustar, é decisão da área fiscal da empresa, com o contador junto, e deve ficar registrada com data e dono.

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A documentação do produto que temos não afirma o que o GUEPARDO Tax faz com documento de entrada de chave incompleta; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Enquanto isso, dá para levantar o tamanho do problema:

  1. listar os documentos de entrada do período cuja chave não tem o tamanho esperado;
  2. separar por origem: lançamento manual ou entrada automática;
  3. escolher um documento de cada origem e acompanhar até a apuração, em ambiente de qualidade;
  4. anotar o que apareceu e o que faltou.

E, meu adendo, pois é, não corrija nada em produção antes de ter esse teste.

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