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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como tratar uma limitação encontrada na implantação do GUEPARDO Tax sem parar o projeto?

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Oi, pessoal do fiscal. Sou ABAP, não sou do fiscal, então talvez a dúvida seja básica. Estamos num ECC 6.0 em implantação do GUEPARDO Tax e, nos testes, uma operação não saiu como o time esperava. O fiscal quer seguir com o cronograma, eu não quero esconder o problema. Como contornar sem parar o projeto e como registrar a decisão para ninguém esquecer o contorno depois do go-live? O fato é que, pois é, hoje isso está só na cabeça de duas pessoas.


Atualização:

Obrigada a todos. Vou montar a tabela de uma linha por limitação e começar pelo teste com documento limpo e cadastro corrigido. Uma última dúvida: quem do lado do cliente assina a aprovação do contorno, o fiscal ou a TI?

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Resumindo, em passos:

  1. Prove: reproduza com documento limpo e troque só o cadastro antes de culpar o produto.
  2. Classifique: defeito vai à NTT pelo canal oficial; o resto é parametrização, dado ou contorno.
  3. Registre: uma linha por limitação com contorno, aprovador, data e revisão.
  4. Valide: o contorno passa por teste integrado e homologação do cliente.

A aprovação do contorno é de quem responde pelo fiscal no cliente. Para a governança da decisão, veja governança fiscal no AMS Fiscal.

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Saudações, pessoal. Sobre o registro da decisão, que era a pergunta da Yara: uma linha por limitação com o que aconteceu, o contorno escolhido, quem aprovou, a data e quando revisar. E aí, no ambiente de qualidade, repita o cenário depois de cada atualização de versão. Se a NTT corrigir, você remove o contorno em vez de carregá-lo para sempre. Quanto ao que cada atualização muda, a documentação que consultamos não afirma; confirme com a NTT.

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Começo pelo básico do projeto, mas discordo de contornar antes de provar. Se o contorno entra sem teste integrado, ele vira o próximo defeito. Segundo as notas de projeto, o teste técnico da consultoria é um dos vários testes, e a homologação do cliente, que inclui a interpretação tributária, é outro. Olha, falando sério, contorno sem a aprovação de quem responde pelo fiscal é decisão tomada sozinho.

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Ponto único, com o que eu faria diferente: antes do chamado, descarte dado mestre. Os limites escritos sobre o produto dizem que ele não corrige dado mestre ruim. Que eu saiba, viu, boa parte das limitações dos testes some quando o cadastro é corrigido.

  1. Reproduza com um documento limpo.
  2. Troque só o cadastro e repita.
  3. Se persistir, vira chamado ou contorno.
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Pra dar o contexto: primeiro separe o que é defeito do que é parametrização ou dado. Segundo as notas de projeto que consultamos, a manutenção da licença e a correção de defeitos do produto são da NTT, e o chamado vai ao canal oficial quando a evidência aponta para o produto. Então, só um detalhe: monte a evidência antes (nota de teste, tela, resultado esperado contra obtido) e só depois decida entre abrir chamado e contornar.

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